sexta-feira, 29 de maio de 2009

This never happ...



"Now I see, This is the way I supposed to be..."

Tá certo, tá certo. A música é um veículo de comunicação entre almas.
Um veículo sublime, digamos assim.
Ultimamente viver sem ela tem se tornado impossível para mim, assim como impedir a impulsividade natural existente bem aqui.
Quando pensamos, atraímos ou traímos, depende é do ponto de vista (ou do pensamento).
Não sei bem o que tenho feito. Se atraí, se me traí, ou se eu só continuo "o pseudo-natural-sensual".
Só sei que a felicidade "têm" parecido assim, tão perto.
E essa felicidade no plural foi proposital sim. Não é uma felicidade abstrata, comum, que as pessoas costumeiramente definem. É um estar, é um ficar, é um olhar.
É um conjunto de fatores (por isso o "têm"), fatores que trazem a felicidade. (ou pelo menos pseudo felicidade)
Foi paradoxal esta última frase, mas a vida é paradoxal.
A música, sim... aquelas músicas, desde "Alguém que te faz tananã" até um Paul McCartney melancólico fazem você rir sozinha ou querer escrever bobagens em um "desabafador online". Talvez para expor algo que eu lembro ter dito que não iria "escancarar", mas como dito, sou muito paradoxal (até demais).

domingo, 24 de maio de 2009

If I could change the world...

Frio na barriga.
Borboletas no estômago.
Whatever, ambos se confundem e eu descubro que não é nem fome e nem doença.
A segunda geração do romantismo definiria como "mal do século", eu defino como o "aprendizado do século", ou talvez seja TPM (tensão pós menstruação, visto que a pré é acompanhada de choro).
Dormir e acordar risonha é coisa de quem dorme com o bozo pra você, certo?
Vou te contar que eu descobri que não é.
Basta dormir sozinha uma noite bem dormida, assim você descobre o quanto rir dos pseudo-problemas faz bem.
Pense nas amizades, aventuras e desventuras, naquelas coisas cabeludas que você deixou de fazer e até mesmo nas que você fez, mas tente não se arrepender, para que a reflexão não se torne um martírio.
Basta você minimizar os teus problemas em relação aos do mundo (que por sinal são muitos), e você vai ver o quanto se desespera por "tão pouco".
É fácil pra mim falar, fato. Mas a parte mais difícil, que seria assumir, eu já estou fazendo.


(perdão pela falta de criatividade e temática, estou realmente cuspindo as coisas na internet. Logo melhoro isso)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Where is my mind?

Há sempre uma escolha que você pode fazer,
sempre um caminho pra você seguir quando tudo parece perdido.
Quando as luzes se apagam, só me resta gritar
Não poder enxergar, sequer falar, pensar...
posso pensar, só não consigo compreender
Onde perdi seu eu em mim, meu "eu" em você.
E se ele nunca existiu, por quê começou?
É possível relutar, mas acabou?
Quanto ao caminho, não o sigo. Deixo que ele, perigoso e atrativo me envolva.
A ignorância me fará inocente perante meus erros.
Esta convicção dos erros, me fará culpada perante meu coração.



A informação na tua cabeça é tanta que não pode ser processada.
Você finge que me entende para acompanhar o raciocínio, mas a verdade pode ser tão dura, caro amigo, quanto os dias que você tem levado.
Acho que quero alguns sucos de fruta.