terça-feira, 28 de julho de 2009

All I want is Everything.

"...That I don't know how to say."
Na verdade eu posso exatamente saber o que dizer,
só que uma pequena coisinha chamada medo da possível verdade que não se quer é maior.
De qualquer forma, a realidade uma hora ou outra sempre aparece por mais que adiemos esse aparecimento.

Sabe aquelas pessoas fodas que tão contigo sempre?
Aqueles anjos de asas invisíveis e tão falhos quanto você (mas que disfarçam melhor)que tu chama de amigos?
Então. Eu descobri que os tenho.
Descobri nada! Eu já sabia, só gosto de reforçar isso...talvez como uma auto-afirmação. Porém eu prefiro dizer que isso é mais uma declaração de amor. :D
Amor por vocês.
Vocês, amigos que me apóiam nas ilusões e nos planos concretos. É bom poder confiar em vocês, é bom desabafar e ouvir palavras de incentivo como "Vai lá Mari!" ou "Chega chegando cara!" Ou..."Eu acredito que você consegue"....ou..."Faz o que você gosta".
Independente do assunto, da diretriz...vocês me apóiam, e discordam quando necessário. Obrigada por isso também.
Ah, obrigada também pelas conversas infinitas sobre coisas que deixariam os cabelos dos nossos pais em pé, mas talvez até os tranquilizariam...talvez uma prova de maturidade.
Agora Vocês, amigos de bom dia e boa tarde. Por mais que tal laço não pareça ou seja realmente estreito (amiiigo, amiiigo), é bom poder compartilhar um bom dia ou boa tarde, um cumprimento sem maiores cobranças...Mas que de certa forma é animador, ou simplesmente "completador".
E...Vocês, amigos de nove vezes! Que estão sempre lá...prontos para dar umas risadas das saias justas pelas quais eu mesma me coloco com uma certa graaaande periodicidade, e que por mais que isso pareça informal, também me faz mais completa...mais viva, digamos assim.

Ah, e você, amigo leitor.
Tu pode até se enquadrar em um destes casos, não tem problema. Mas você pode também não se enquadrar em nenhum alí descrito e saber da importância que tem para mim.
Um caso novo, talvez ;D
Obrigada.

domingo, 26 de julho de 2009

Shine Your Light...

É, o Show do Roupa Nova foi incrívelmente bom. :D
Perdi a chance de uma baqueta, uma palheta, e nem um maldito adesivo eu consegui pegar estando a menos de meio matro do palco.
Whatever... foi bom de qualquer forma.
Não é todo dia que a gente escuta Roupa Nova cantando "Sweet Child o'mine". Ou é?
oo'

Senti falta dessa música ontem.

"Os corações não são iguais - Roupa Nova"
"Você tem o tempo que quiser
De você aceito o que vier
Menos solidão
Me promete tudo outra vez
Na esperança louca de um talvez
Me basta a ilusão

Só te peço o brilho de um luar
Eu só quero um sonho pra sonhar
Um lugar pra mim
Eu só quero um tema pra viver
Versos de um poema pra dizer
Que eu te aceito assim

O que eu sei é que jamais vou te esquecer
Eu me agarro nessas fantasias pra sobreviver
Eu não sei se estou vivendo de emoção
Mas invento você todo dia pro meu coração

Deixe saudade e nada mais
Por que é que os corações não são iguais
Diga que um dia vai voltar
Pra que eu passe minha vida inteira me enganando
Pra que eu passe minha vida inteira te esperando..."

terça-feira, 21 de julho de 2009

In the air of the night...

Canções de amor parecem significar tanto...
Canções de amor parecem tão vazias.
Tantas palavras, tão pouco sentimento.
Talvez até muito sentimento, apenas não há o jeito "certo" de o exprimir.
Ficar "sem ar" pra você pode ser doença, pro amigão alí é estar amando.
Se teu coração bate demais, se prepara que é enfarte? Relaxa, pode ser mais uma canção de amor clichê para dizer o bendito "eu amo você".
Já parou pra pensar? "Te amo" virou bom dia (boa tarde, noite...hm, noite...) Realmente? Ou será que o ser humano está evoluindo tanto à ponto de amar tanto e tão indistintamente assim?
Talvez um...talvez outro.
Acredite no que você precisar nesse momento, apegue-se ao que você quizer... Até mesmo a universalidade do termo "Amor" (não banalizado, talvez.), mesmo que você saiba que a realidade não é bem assim, deixe isto te fazer feliz por 5 segundos...
Depois encare a realidade, levante do tombo, sorria e seja feliz.
Eu prefiro continuar acreditando que um termo pode designar diferentes intensidades e momentos. Mas ainda é preferível pensar bem no que dizer, e o quê se quer dizer... para evitarmos a banalização, a futilidade.
Não só do amor... Mas a banalização de diversos outros sentimentos e ações precedidas das palavras perdidas.

"Não, o mundo não pára".

...E, tudo o que eu já disse até hoje...Foi e é real, não me arrependo de na-da.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

"Sweet Caress...

The ocean Blue..."




Dificuldade ao respirar,
Coração acelerar, quando no relógio, a hora exata marcar.
É idiota e intuitivo. É crença no óbvio, e negativismo auto-destrutivo.
"Eu posso te dizer porque isso está acontecendo,
Algo está me puxando pra você..." (Izzy Stradlin)
Pode existir uma explicação tão simples e ao mesmo tempo tão complexa?
(heaouiaehuiaehuae :B)
Simples pela "objetividade não clara" do significado como um todo.
Complexa por ao mesmo tempo que se tenta explicar o porquê de algo...você não sabe "o quÊ" está fazendo "o algo".
(Tá, chega de músicas Rárderróques do Izzy...)
Falando um pouco de mim agora (não que eu não tenha dito nada até agora),
temo pelo fim das férias. Descobri que tenho uma nova paixão...
nunca imaginei que dormir fosse tão bom (HÁA! haiouehuaeh )...Não só pelo fato de poder me entregar completamente àos meus devaneios individuais egocêntricos (sonhar), mas também por poder relaxar, esquecer tudo aquilo que pode vir a me preocupar (maldita matemática) e, como dito, me entregar ao prazer do egocentrismo.
Talvez um egocentrismo possível e natural.
Agora vem o pessimismo, que , aliás...está em baixa. Ah meu péssimo... Dessa vez você perdeu, e "EU", o meu ego, minha vontade, meu não-medo de tentar ganhou.
Talvez (é, sim) esta seja a chave desta vez. E ela está aqui, na minha mão... esperando abrir aquela porta.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Maré vazante.



Não, eu não vou postar a música "maré vazante" aqui.
O propósito, na verdade, é outro.
É o de ser, viver essa tal maré vazante.
Eu, honestamente andei conversando comigo mesma (é, eu converso comigo mesma) e cheguei a conclusão de que represar, não vai remediar.
O fato é que viver as coisas inteiras, por completo... São sempre melhores, são mais verdadeiras!
Se quero amar, vou amar por completo para que não me reste tempo de odiar nada nem ninguém.
Não coloque panos quentes no teu sentimento e nem tente minimizar aquilo que sente, para que se for preciso sofrer depois, você aparente (apenas aparente) sofrer menos.
E se precisar sofrer...Vou sofrer por completo também, não sofrer demais à ponto de me tornar uma vítima, um mártir...
Mas amar, sofrer, rir, e chorar na medida certa para dizer que vivi. E que vivo muito bem, obrigada.
Não torne nada clichê. Apenas saiba que uma mesma palavra, pode significar tantas coisas, em tantos momentos...e em diversas intensidades. Portanto, não se reprima ao dizer e nem se martirize depois de dito, afinal de contas foi e é tudo real, aconteceu...Senão não seria fato.
Mas...o que é fato de verdade (sim, eu adoro a palavra fato...ela é forte e objetiva) é que no fim de tudo aquilo que denominamos...sentimentos, oscilações temperamentais, crises comportamentais, e mais alguns "ais" (literalmente)...Descobrimos que vai ser preciso viver.
Mas, poxa vida, que diabos é viver?
Viver meu caro... pode ser algo para mim, alguém para você ou nada para ninguém.
E, assim como tudo... Pode se tornar relativo. Mas não é. (ha-há!)
Viver é simplesmente agir. Atuar da sua melhor forma em um palco esférico-geóide azulado denominado Terra, onde assim como você...atuarão diversos outros seres. Alguns muito iguais, outros muito diferentes, E alguns outros , de tão mascarados se tornam indecifráveis... Pelo menos perante a ti que também é mais um ator.
Pois então, cabe apenas a mim, a ti...Protagonizar uma vida, a tua vida, a fim de simplesmente chegar a um ponto onde você ouve "CORTA!"(ou pseudo-fim) e dizer :"Até agora, uma coisa eu aprendi. Mais do que amar, sofrer...Aprendi a viver."

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Aquela coisinha fofinha...

Chamada amizade.
Talvez, dessa vez, esse post tenha uma dona.
Este talvez é só mais um sim.

Sabe aquelas coisinhas bonitinhas que existem dentro de você?
Aquele sentimento todo de apoio, de conversa mole, de conversa boa, de conversa porcaria e de planos futuros? Onde a gente trilha uma vida pseudo-perfeita e acha que tudo vai sair daquele jeito? Uns shows de hard rock, alguns ídolos, e alguma família bem filha da puta de boa (a expressão é carregada assim mesmo).
As vezes perdemos a noção de como nossas vidas mudam e a gente se afasta, muda os planos, os shows, o futuro...
Pedemos amigos, seguimos nossos caminhos e talvez nunca nos lembramos de algumas pessoas.
Mas eu digo, convicta, que os meus sentimentos não se afastaram um só dia.
Que no mundo doente de hoje, fazemos parte da pequena porção terrena que não foi acometida pelo mal mental do ser humano acomodado e fútil.
Que o meu orgulho de usar o termo "amiga" existe até hoje. E que o meu amor de tão "irmão" já nem é mais palpável. É sutil e fluídico.
Eu vou amar não só até o meu corpo físico se deteriorar. Não até a minha alma rejeitar o sentimento, e nem quando o amor virar uma farsa.
Não vai ser só até o fim, o meu fim. Ele não vai existir, e tudo aquilo que coexiste dentro de mim harmonicamente perdurará...Incluindo a parte que te toca, aqui.
Eu vou lhe querer bem para sempre, mesmo desconhecendo o quanto a palavra sempre significa imensa, eterna, sempre.

E eu ainda quero aquele abraço e aquela conversa.
E eu quero que você acredite que tudo isso é verdade.
Eu quero que você aguente firme, pois eu sei do quando você é capaz, o quanto você é forte, o quanto você é original e simplesmente você.

Por mais clichê que isso te pareça, eu te amo, Luana. E eu sei bem disso.