terça-feira, 21 de julho de 2009

In the air of the night...

Canções de amor parecem significar tanto...
Canções de amor parecem tão vazias.
Tantas palavras, tão pouco sentimento.
Talvez até muito sentimento, apenas não há o jeito "certo" de o exprimir.
Ficar "sem ar" pra você pode ser doença, pro amigão alí é estar amando.
Se teu coração bate demais, se prepara que é enfarte? Relaxa, pode ser mais uma canção de amor clichê para dizer o bendito "eu amo você".
Já parou pra pensar? "Te amo" virou bom dia (boa tarde, noite...hm, noite...) Realmente? Ou será que o ser humano está evoluindo tanto à ponto de amar tanto e tão indistintamente assim?
Talvez um...talvez outro.
Acredite no que você precisar nesse momento, apegue-se ao que você quizer... Até mesmo a universalidade do termo "Amor" (não banalizado, talvez.), mesmo que você saiba que a realidade não é bem assim, deixe isto te fazer feliz por 5 segundos...
Depois encare a realidade, levante do tombo, sorria e seja feliz.
Eu prefiro continuar acreditando que um termo pode designar diferentes intensidades e momentos. Mas ainda é preferível pensar bem no que dizer, e o quê se quer dizer... para evitarmos a banalização, a futilidade.
Não só do amor... Mas a banalização de diversos outros sentimentos e ações precedidas das palavras perdidas.

"Não, o mundo não pára".

...E, tudo o que eu já disse até hoje...Foi e é real, não me arrependo de na-da.

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