segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Imperecível.

Imagine um cego.
Agora imagine esse mesmo cego no meio de um tiroteio no meio da "13 de maio". Certo?
Ok, Agora imagine um, literalmente, filho-da-puta.
Agora imagine esse mesmo, literalmente, filho-da-puta em um dia dos pais.
Trágico, não?
Na verdade, ambas as situações explicam uma sensação comum.
A de estar perdido. Como se o mundo estivesse caindo em cima de você e sequer desse tempo para passar aquele "filminho" onde você revê todos os seus atos de corpo presente (ou não).
Estar perdido, estar maluco. Não estou confusa, apenas insana.
Pra variar, eu penso demais, e isso nunca é bom. Pra mim, óbviamente...
E nos últimos dias, talvez três meses...pensar demais não tenha feito mal apenas para mim.
Que seja. Eu fiz a minha escolha, todos fizemos nossas escolhas.
Bom...como eu posso dizer?
Por mais que pensar demais, falando de maneira egoística, não faça tanto bem pra mim...Não me arrependo da minha escolha para mim.
Me arrependo da minha escolha para os outros, pelo sentir, pelo chorar, pela frustração dos outros.
Mas que seja, leitor...Isso talvez seja pessoal demais para você entender. (ou não)

Agora eu só me pergunto... Se tudo que vai volta (pensemos no princípio de ação e reação), quando é que isso volta pra mim? (Se é que já não está voltando...)

Boa(Boa?) noite.

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