quarta-feira, 30 de setembro de 2009

This Ain't a Love Song

Talvez eu vá pro inferno... Se ele existisse.
Mas, se o inferno existe...Na minha cabeça, não há como fugir.
Talvez eu deva parar de correr ao encontro da minha própria ruína, e impedir que lágrimas caiam dessa vez.
Talvez o controle me leve ao descontrole, as palavras venham a me trair, a escrita venha a me condenar e as brincadeiras me enterrem.
Talvez eu simplesmente não me importe.
Talvez eu simplesmente não queira dar minha alma a fim de que, no impacto, ela não sinta nada.
Na verdade eu quero é marcá-la, para que ela não esqueça que não se persiste no erro. Eu quero calejá-la, para que , da próxima vez, EU não sinta nada.
Talvez eu já nem sinta mais... O Fogo queimar.
Talvez eu só queira brincar... De sonhar(?)

Como é bom mentir em cima de verdades;
Meias verdades;
Quase-verdades;
Inteiras verdades, um dia.


Seja o que for, que apenas seja.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

One more day...


Hoje eu acordei e...
Cara, como eu estava cansada.
Tudo junto parecia uma coisa só, e essa coisa só era irritação/raiva/tédio...
Aparentemente!
Depois eu descobri que era fome...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Uma tragédia pessoal.

E agora? Qual é o próximo passo? Qual a nova tática para atingir alguém?
Qual o próximo tiro, a próxima vítima, o novo saco de piadas ou a próxima mentira?

É uma tragédia grega mal feita, com péssimos atores...daqueles de baixo-sub escalão.
É uma tentativa de farsa vicentina que não passa de três linhas mal escritas, pois a pressa e a vontade de impressionar alguém não te deixam escrevê-la com maior perfeição...Como a última que você escreveu, que por sinal, foi quase perfeita.
Quase!
A questão é que os seus personagens criaram vida prórpia, como você não previa... E por um momento me tornei protagonista, me contrapondo a ti, antagonista...que vulgarmente chamam de vilão. Eu particularmente...chamaria o antagonista de um desajustado social, que não se arranja em canto algum e não passa de um "não sei".
Não é mera coincidência, ou erro eu utilizar o antagonista e autor na mesma pessoa. É apenas uma verdade inconveniente.
Uma verdade bem escrita, por mim, agora.

Ah, escreva um pouco melhor seus próximos atos...Esperarei para ler cada um ávidamente, se eu tiver tempo e disponibilidade para isso, é cláro. (o que eu duvido muito que eu vá ter...)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Incondicional.

"Incondicional amor.
Incondicional se for um querer total,
um amor real...Incondicional."
(Pela voz de Marcus Menna.)


E... Já que eu ando comemorando tanto a volta de um tal senso crítico ou, simplesmente, o início de uma, quem sabe sanidade mental.... Que tal falarmos de amor de uma forma sã?
Mas...Será que existe uma forma de falarmos disso se não tomados pela insanidade?
Como falar de amor sem amar, sem querer?
Palpitações, saltitações e suor para você são sinônimos de estar são?
Ah, que coisa de gente desequilibrado! Digo isso, porque sempre me reconheci nessas palavras...Ou seja, me reconheço como desequilibrada em potencial! (pelo menos costumava ser assim).
Ultimamente estive pensando em amor. Em algo sólido, e não em palavras vazias ou palavras cheias de um sonho, apenas sonho.
A imagem que eu tenho é tão doce, tão sólida. Imagine, uns 20 (pra mais) anos do lado de uma mesma pessoa, histórias, filhos, casa cheia, uma mãozinha pequena te acordando durante à noite dizendo que não consegue dormir porque existe um monstro embaixo da cama...
É tanta coisa, é tudo tão longe... Tão idealizado.
É olhar para a pessoa, e sentir firmeza. Sentir que ela pulsa em você, e não para você.
Olhar nos olhos, e poder ver seus filhos, netos e uns fios brancos. Ver também algumas brigas, afinal de contas, nada é perfeito, mas para nos lapidarmos se faz necessário algum tipo de atrito.
É viver dia após dia e só adquirir mais a certeza de que nada poderia ter sido melhor e, que quando o fim da matéria chegasse, o amor perdurasse... Como há de ser.

"E ainda tenho a eternidade pra gente caminhar..."

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Somos todos assassinos.

Dia após dia, semana após semana cometemos pequenos e grandes assassinatos.
Li ago semelhante nas palavras de Luís Fernando Emediato e não pude discordar. Me arrisquei, em até, complementar, dizendo...divagando que não somos apenas assassinos, mas somos também os políticos corruptos, somos a testemunha que omite a verdade, somos o descaso, somos a cara daquilo que tanto criticamos, somos o nosso mundo.
Onde já se viu criticarmos tanto uma situação, um país no qual somos dele maioria?
A maioria critica, a maioria vence.
Neste caso, digo, a maioria perde!
Somos todos perdedores! Perdedores da razão, do bom senso e da ação.
Todos os dias perdemos a chance de agir diferente, de fazer algo por alguém...Ou simplesmente por nós mesmos, ou até mesmo...Pela sensação de estar "mudando o mundo" com uma mudança individual e quase imperceptível (eu disse quase).
Todas as semanas perdemos um pouco mais da nossa sensibilidade, emersos no conformismo coletivo... A tendência é que, como somos muito solidários, nos conformemos também.

Tenho meu direito de ficar calada, e tudo o que eu disser será usado contra mim no tribunal.

sábado, 19 de setembro de 2009

Pieces

"I don't believe It makes me real..."

Até quando eu vou olhar pro lado e ver pessoas corrompidas ou corruptíveis?
Até quando continuaremos a ser tão sugestionáveis? Tão maleáveis?
Até quando essa indiferença?
Os números crescem, pessoas sofrem enquanto outras se divertem ou se saciam seguindo seus instintos hediondos. Digo hediondos, pois desconheço um outro termo existente na língua portuguesa que seja cabível para designar um ato tão chulo.
Ver isso TODOS OS DIAS não me envergonha, mas me enoja, me torna impotente e revoltada com uma sociedade tão conformada, que fecha os olhos e lava as mãos perante crimes e abusos que são absurdos, mas a frequência com a qual ocorrem tem nos feito perder toda a sensibilidade e o juízo da significância e dor que tais atos podem acarretar em alguém.
Onde estão as malditas autoridades (in)competentes? Devem estar abusando de alguém também.
Onde estão as leis descentes? Onde estão nossos direitos?
Flagrante? Será preciso um fato consumado, o sofrimento de alguém para condenar um desgraçado por aí?
Cara, a cada dia que passa eu sinto menos vontade de colocar filhos nesse mundo. Vejo em mim, uma futura mulher neurótica cheia de pânico que sequer deixa o filho ir ao parquinho sem o monitorar de perto (bem de perto).
Cara, a cada dia que se passa esse mundo me enoja mais.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A primeira vez que fumei maconha...

E então, você lembra o que você disse ontem?
"Nãaion..."
Ahn...E você vai lembrar disso amanhã?
"Ahn..."

(...)
E eu descobri que a melhor coisa a se fazer é rir!
Rir de desespero mesmo. De tão cômica que é a situação.
Rir até tu parecer um usuário assíduo de "cannabis sativa".
E eu sei, que daqui uns 10 anos eu vou lembrar e continuar rindo muuuito de tudo isso.
"Hey best, lembra daquele dia? NÁAAASSAAAAA ÊEEEEMY..."

Desgraça pouca é bobagem!
(risos)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Lua e Flor

"Eu amava como amava um pescador
Que se encanta mais com o peixe do que com o mar.
Eu amava como jamais poderia, se soubesse, como te contar."

E no fim das contas eu só quero descobrir a verdade.
Só quero saber que diabos é tudo isso que acontece dentro de mim.
A minha única certeza agora, é de que não é, e nunca foi, nada do que eu imaginei, nada do que eu pude descrever ou tentar explicar.
Não que seja inexplicável, de tão intenso.
Talvez seja muito explicável, talvez até corriqueiro. Porém, me faltam as palavras, me falta o discernimento adequado para expô-las.
E no fim das contas eu só sei que é mais uma fase.
Só quero saber em que momento perdi minha sanidade e passei a me contradizer;
Passei a sorrir e aceitar coisas que eu anteriormente eu criticaria.
Passei a engolir seco situações, talvez para agradar, talvez para acreditar na "perfeição do momento".
Passei a me enganar, tentando talvez acreditar, que as coisas aconteceriam não como deveriam acontecer, mas como eu julgava que elas ficariam melhores.
Passei a me enganar, me enganar, e de tanto me enganar, acreditei, caí...
Levantei.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

What goes around...


(...) Comes around.
I thought I told ya!?
You should know that!
Yeah."

One ticket to paradise, please?
Touché!

sábado, 5 de setembro de 2009

Everybody needs that person...

who can be true to you."

O fato é o seguinte:
"Dane-se nada, dane-se tudo."
Sabe aquele tapinha nas costas cheio de boas intenções?
Sabe aquele sorriso pagode que te faz corar?
Sabe aquelas palavras esperançosas que te fazem dormir bem à noite?
É, eu sei.
Dessa vez não descobri, apenas relembrei de que na vida as coisas sempre precisam de um equilíbrio...
As coisas nunca ficam malucas todas de uma vez, e se para você ficam...é porque não olhastes para todos os lados.
Agora eu só preciso segurar aquela imensa vontade de gritar e poder dizer o quanto eu precisava disso tudo. O quanto eu desejava por uma luz no fim do túnel.
Não se pode ter tudo, mas também nada me falta. Nada relevante, exceto a matemática (seja ela a soma de corações ou divisão de pensamentos).
Eu consegui tirar aquele peso das costas, consegui um sorriso espontâneo, e conseguirei um abraço. Isso é uma promessa.
O resto da promessa não cabe aqui. Aqui só cabem palavras confusas em minhas confusões sentimentais e bobas de uma pessoa em eterna transição.
Transição essa que jamais me impedirá de agir, de progredir.

Well, dane-se o mundo quando alguém sorri.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Once upon a time...

Às vezes a vontade é de rir.
Rir sem parar, rir de desesperar, gritar.
Às vezes a vontade é de chorar...
Chorar sem pensar, suspirar, soluçar.
Mas para quê tudo isso?
De que adiantaria? não mudaria nada.
É preferível rir, para fazer alguém rir com você, do que chorar e alguém entristecer.
Com o mundo emerso em tantos problemas...Com tantas coisas maiores para se preocupar...
Você ainda prefere se lastimar, sabe?
Você ainda prefere ser egoísta no primeiro momento que se encontra só em um quarto.
Fechada entre quatro paredes você não precisa fingir sorrisos, ou segurar lágrimas.
Mas, eu não quero chorar, sabe? Eu só quero respirar fundo e fazer mais alguma loucura.
Quero me gabar por ser forte mesmo com meia dúzia de lágrimas salgadas escorrendo no rosto e que irão escorrer por diversas vezes, por diversos motivos.
Quero fazer mais alguma coisa insana, falar mais alguma palavra errada, que agora é errada...mas já foi certa.
Quero atuar nesse palco da minha melhor forma, e dessa vez vou ter de arrancar a minha melhor máscara, afinal de contas eu quero o palpável, eu quero o real.
Não quero imagens distorcidas, lembranças alteráveis e cinzas.
Eu quero tudo tão real quanto o irreal.
Que de tão irreal, vai te fazer sentir real.