segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Morte

Ah, ela é inevitável.
Talvez, mais do que a tristeza, é a certeza certa do ser.
É pra onde vamos, de onde viemos, o que no fim seremos.
Morte física, morte simbólica, morte sentimental.
Algumas mortes são nescessárias para deixar outras vidas florirem do modo certo. Se te matei, perdão. Apenas acredite que há uma vida a compensar-te.
Não me arrependo das vezes que morri.
Não me arrependo das vezes em que matei.
Levando em consideração minhas teorias de vida eterna, essa "pequena morte" viverá em algum lugar na erraticidade. Na minha erraticidade.

Mas, e quanto à vida? É só feita de morte?
Não.
É feita também de atos, de momentos, de vivências que se eternizam num certo espaço do ser vivo que jamais morrerá.
Por mais que isso possa lhe soar contraditório, pra mim é tão natural.
Discorde de mim. "Não é nada demais...." como alguém já disse ou cantarolou.
No momento eterno pelo qual me econtro vagueando vivendo, qualquer discórdia é normal e, pensar em alguma morte agora, é imoral, irreal.
Como dito, me encontro num estágio eterno de vida, então...
Deixemos as mortes para lá.

E agora para o seu moço lá:
Te prometo a tua vida aqui dentro. Eu apenas...
"Suplico que não me mate, dentro de ti."

1 comentários:

Rogerio Martins disse...

"Morte, morte, morte que talvez seja o segredo dessa vida!"
by Raul ;P