domingo, 13 de dezembro de 2009

Cativar

Conviver não é aprisionar
"Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do ser amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?"
- Mário Quintana.

Ah, Mário quintana... Prometo.
Engraçada a proximidade entre os vocábulos prender e perder.
Não, não quero fazer uso de ambos. Nunca.
Se a liberdade é o oxigênio do amor, de bom grado a darei.
Sinto Às vezes que lhe aprisiono, que lhe exijo coisas. Não coisas impossíveis ou exageradas. Mas coisas que, ao invés de lhe prender, possa lhe perder. Visto as garantias que vivo pedindo.
Peço que me entenda, e que perdoe o tudo passado.
Pesso que simplesmente me ame, tanto quanto venho te amado.
Amando.
Presente de hoje, passado de ontem e futuro do amanhã.
Droga! Novamente estou a pedir. Peço agora desculpas.
Mas algo interessante trago comigo.
Não te prendo dentro de mim. Não precisei.
Tu está aqui livre, e não preciso de correntes para que você permaneça para sempre.

0 comentários: