domingo, 28 de fevereiro de 2010

Missing you.

É uma música do John waite. Que por sinal, eu imaginava uma outra tradução. O que sempre pareceu "I am missing you", descobri ser "I ain't missing you".
Foi um fato chocante, mas o restante da música é uma completa contraposição à idéia de não se sentir falta.

Ultimamente tenho feito uma idéia diferente de promessas, de palavras.
Para quê o ser humano tem a necessidade de prometer? jurar?
Não basta a palavra ou a idéia propriamente dita?
Palavras nunca são esquecidas, se têm a devida importância. Caso contrário, não as julge dignas de promessas. Apenas vá vivendo, e pagando pra ver.
E é exatamente por isso, que não existem contratos verbais. Seres humanos são todos falhos, propensos a ventanias e Tsunamis diários, enchentes ou calores excessivos...E tudo isso afeta a cabeça, nunca se esqueça!
Portanto, faça sempre as coisas por escrito. Papel timbrado, reforçado e plastificado...Assim fica mais difícil de rasgar na hora da raiva.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"Crystal eyes...

...I still love you.
You are my one desire.
Crystal eyes, I can't live without you touch."

Cara, que merda de música melancólica deliciosa é essa?
heaoiuaheiueah. É sério, eu não fazia idéia que o L.A. Guns tinha mais músicas bacanas.
Levemente gays, mas muuuito bacanas.
Mas então...Eu tava naquele mó clima de fazer amizade com aqueles que moram comigo há mais de 17 anos, quase-dezoito, digamos assim. E o negócio não parou na amiga-mãe não!
Ramificamos a coisa pra um...Amigo-pai.
Não foi uma conversa de boêmios, não foi uma briga, não foi um tapinha nas costas.
Foi um aconchego, foi uma força de dentro dele pra dentro de mim, foi uma realidade vivida por ele e a que será vivida por mim.
Foram pontos de vista, formas de amar, formas de rir, formas de perder coisas e pessoas...
É chegar lá na frente, olhar lá pra trás e ver o quanto se caminhou, se errou e ver o quanto ainda há por fazer.
Sempre teremos coisas por fazer.
Pai, por mais que você não vá ler isso... Obrigada pelos abraços, por secar minhas lágrimas no seu cabelo do peito...Afinal, só você entende a minha forma de expressar "a coisa toda" E...
Ah, juíza não! Tua filha não nasceu pra isso! Mal faço juízo de mim mesma.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Um porre.

"Uuuhhh let it be free..."

E o inesperado aconteceu.
Naquele momento era só a garota, "o"fulano e "o" ciclano e garrafas e copos.
Sentimentos eram coisas apenas filosóficas. Nada que ninguém sentisse no momento, todos estavam ocupados demais rindo do ar que passava ou discutindo a série de bifurcações que nos deparamos dia após dia nos nossos encontros e desencontros. Todos eles eram fortes, donos de si e de seus sentimentos lacrados em algum lugar, mesmo que por algum momento.
Sempre temos duas escolhas. Alguns têm até mais. A questão é... Qual é a certa?
Existe certo?
Como acertar em algo que nunca sabemos ao certo onde vai dar?
O negócio é não se torturar com isso. Apenas escolha, apenas faça. No fim... talvez tivesse de ser assim.
E se aparentemente, as coisas não ficarem do jeito que a gente planejou ou quis. Nunca é tarde!
Nunca é tarde pra um recomeço, ou pra um simples começo. Talvez o "fracasso aparente" tivesse de acontecer como uma forma de aprendizado para a tal da "escolha certa".
De boêmios, aquele trio se transformou em uma roda filosófica... Onde uma empatia nova e estranha surgiu... onde sentimentos e sensações, em algum momento, eram semelhantes. Onde ninguém tinha vergonha, mas todos tinham medos e maiores desejos.
E por mais fúteis que fossem, eram reais... Reais e respeitados, pois cada um dos presentes podia reconhecer um pouco daquela futilidade em si.

E riso, e sono.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


"She was always something special
A diamond shining bright in the rain.
Everybody dreams of angels.
No one will ever know, how much I loved ya so.
Now it all seems funny, kind like a dream.
Things ain't always what they seem... What a shame.

I still hear her voice in the wind
I still think of you, in the night.
Well I gess she'll never know, how much I needeed her so."


The ballad of jayne.
Ou só mais uma balada bonitinha, daquelas que você escuta o dia todo, e canta o dia todo...acompanhando seu violão.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sing, Sang, Sung.

A garota continuava andando... Mas sentia que possuía olhos nas costas, pois sentia que ele fazia um sinal pro ônibus e, logo em seguida, entrou no mesmo e se foi.
Alí então ela se sentiu leve, perdida em meio aos poucos carros que passavam pela avenida e pessoas que conversavam ruidosamente. Só sabia que andava na ponta dos pés, distorcendo seu chinelo roxo.
E casa, e portão.
Tranca a porta, um meio sorriso.
Não, não se perturbaria agora. É preciso viver, é preciso arriscar e prosseguir.
E banho. E água fria.
Ela cantou, cantou, e cantou tanto que pôde ouvir sua mãe fazendo ruídos na sala comentando da canção, que agora não era nada parecida com uma música um tanto quanto divertida do Bryan Adams*. Cantou e cantou, deixando que todos os pensamentos possívelmente ruins fossem embora ralo à fora, tão frios quanto a água do chuveiro.


(*Right back where I started from - Bryan adams)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Do this, do that.

Caaaaara!
Eu descobri que assistir GNT te transforma numa mulher feminista! E como diz o nome de um programa lá..."Mulheres possíveis", te faz possível também (ou impossível, depende mesmo é da sua vontade de mulher de opinar).
Aqueles programas de mulheres famosas aparentemente mal amadas se torna algo compreensível...quando você percebe que elas não são mal amadas. São apenas um tanto quanto heterodoxas, um tanto quando diferente das convencionais. E, sabe o por quê? Bom...elas são articuladas, inteligentas, perspicazes e o que eu mais gosto... Possuem opinião.
Posso até discordar de inúmeras opiniões delas quatro (Tá, eu assisto saia justa), maaas...quem se importa? Elas têm opinião, têm palavra digna de atos diários que...quanto mais você assiste, mais fica evidente que elas praticam tudo o que dizem...Every single day.
Pronto, já me diverti o suficiente com televisão. aoiuaheiu.
Sabe, andei conversando muito com a minha mãe nessas últimas semanas. E tenho descoberto uma pessoa incrível! De repente, não mais que num repente caíu todo aquele verniz social e maternal que a torna uma mulher forte à prova de tudo, que já passou por tudo e já tá calejada e conformada. Eu conheci, ou reconheci, uma mulher que passou por poucas e boas... que amou e continua a amar, que cresceu e ainda possui muitas ambições, e que...Acima de tudo, assim como eu, acredita e afirma que "Arianos são uma bosta".
E de fato somos uma bosta. Não boiamos, mas somos.
Seres humanos extremamente impulsivos, sonhadores metidos à "vou e faço" e passionais metidos a "morrerei aqui, assim".
Acho que a parte boa é que...Bostas fedem, logo, incomodam.
(mas talvez...essa seja a parte ruim...)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Sorte do dia

"Amar uma pessoa deve incluir os corvos do seu telhado".
Esse foi o meu "biscoito da sorte" daquele conhecido site de relacionamentos...
Então é assim que os relacionamentos são, certo?
É assim que as pessoas se buscam e se encontram, certo?
Cada qual com seus defeitos, ou qualidades... que para outrem são defeitos.
É difícil amar alguém com chulé, sem dente, que cheira macaco assado.
mãs... às vezes amamos pessoas que nem sentimos essas coisinhas aê (eu acho, nunca passei por isso).
Mas e quando os probleminhas são muito maiores do que simples cheiros e gostos? E quando isso engloba temperamento e personalidade?
Nunca imaginei que casais que se amam e vivem conflitantes em idéias fosse algo tão comum. Eu cheguei até a questionar a "quantia de amor" presente neles, cheguei a pensar que o comodismo fosse a raiz para permanecerem juntos e...
Que nada.
O negócio é que não existe ninguém perfeito. E nenhuma relação é boa de verdade sem suas divergências, mesmo que encenadas.
Até que é divertido olhar mais as relações de fora (às vezes). Dá pra aprender um bocado.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Stuffs


Férias são coisas simples. Simples demais, sua mãe é quem a complica (é mãe, eu sei que você um dia vai ler isso e se perguntar o por que. eahoiuehiuaehas, tá, foi só uma brincadeira pra te alarmar).
Em uma manhã-tarde muito ensolarada, passear numa missão quase-impossível com sua mãe pelo centro da cidade destinadas apenas a gastar alguns trocados se torna algo muito proveitoso...que durará um bom tempo, não de comida (haja vista que eu jaá comi o pringles :x) mas de leitura! (haja vista que eu ainda preciso terminar os mangás e os livros do querido "Sheldon"...exceto o que o Fefa me deu, que já foi muito bem lido).
Descobri que existe dentro do meu corpo, um ser um tanto quanto consumista...Porém, um tanto quanto domado que espera apenas ter um emprego e um salário para se libertar e consumir o que se pode e o que não se pode.
Sabe, esses dias eu estive pensando (uaau, que milagre cara!). Na verdade eu penso demais, eu tava quase mesmo é divagando num "entra e sai" impossível, mas tava.
Assim... Nada é constante, nada é fixo e plano na nossa vida. É só uma loucura da física acreditar que sim! A verdade é que todos vivemos numa montanha-russa de atos e sentimentos diretamente proporcionais ao nosso humor (ou amor). Pode ser inversamente proporcional também, depende mesmo é de quem estamos falando... O negócio é viver constantemente a sua tal montanha-russa. Aperte bem os cintos, pra não cair. Não aperte demais, pra não machucar.
Falando sério (ou não), é tudo muito complexo, chato...na verdade é um porre não saber como terminar esse post. Mais chato ainda é lembrar que eu tinha uma idéia muito foda pra ele...e eu não consegui concluir.
Ah, vou é durmi que os olhos já tão ficando grandes...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Everything

Você acorda Às 9:57 de um dia nada ensolarado e um tanto quanto melancólico. Acorda com seu celular tocando. Calma, é só o seu pai te lembrando que você é a mais nova cozinheira da casa.
Seriados, pão, leite, risos baixos, checa o celular, faz o tal almoço as pressas (haja vista que já estava passando da hora).
"Sempre a mesma previsibilidade". Li isso num tal lugar. E isso continua servindo. Talvez sirva porque quero, ou talvez eu seja naturalmente previsível (um previsível bom, talvez).
Mas existem pessoas que são previsíveis de maneiras tão tristes! Enfatizo o triste, por almejarem tal tristeza. O mundo pode ser cruel, porém para essas pessoas o mundo será tri-infernal-cruel. Tristeza não é sinônimo de fraqueza, mas também nunca foi sinônimo de força. Talvez essa sua tristeza seja só a sua fraqueza. Aquela a qual a gente (ou você) sempre vai recorrer quando as coisas não estiverem indo como a gente (ou você) quer.
A questão é: Até quando essas teóricas lágrimas irão molhar o teu cimento pra fortalecer o chão que você tem pisado?

As minhas eu já sequei, eu tenho secado, pois não é a tristeza do homem que me aflige. É só aquelas manias de Maristella que nem Deus entende e Às vezes não dá pra conter.
Talvez isso faça parte dos defeitos, da ultima postagem...aqueles sem nome.
Mas agora à pouco um sorriso tão leve brotou aqui nos meus lábios. Uma música tão gostosa de se cantarolar, algo que fazia tanto sentido e me fazia sorrir dia após dia. Ah, estar com ele não era um refúgio. Era só realidade, a minha realidade.

"E nessa vida louca, e por esses tempos malucos
É você, É você, Você me faz cantar
Você é cada frase, Você é cada palavra, Você é tudo.
Você é um carrossel, você é um poço dos desejos
E você me ilumina, quando lembro de você.
Você é um mistério, você é do espaço sideral,
Você é cada minuto do meu dia todo
Você é cada canção, E eu continuo a cantar
Porque você é meu tudo."

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Olhando para dentro

Mas olhando pra dentro de mim.
Daquela que ultimamente tem tido pouco tempo pra divagar, haja visto que abriu muito espaço para "pagar uma" de neurótica.
É isso mesmo. Neurótica!
Resolvi aproveitar aquele embalo (não tão tardio) do começo de um ano e todas aquelas promessas e avaliações que constantemente as pessoas comumente fazem e... fazer algo parecido, mesmo que aqui nesse blog que já tá mais pra confissões amorosas e revoltosas de uma pseudo-adolescente que ora fala como adulta, ora age como criança.
Resolvi avaliar meu "eu", como ele está?
Confesso que me encontro banhada em defeitos.
E não são aqueles defeitos descritíveis, como uma "pancetinha" caindo do lado da calça, ou aquela celulite que tá mais pra "mata burro", ou até mesmo os seios pequenos que eu sempre reclamei (porém, descobri que estão no tamanho certo (Y) haoiuheaiuaeh).
São aqueles defeitos sem nomes. Aqueles que eu apenas paro, penso, sei que são ruins porém... não os nomeio por falta de conhecimento (talvez "auto").
Temo que esses defeitos acabem por se chamar "personalidade". Talvez o fato do "temer" faça com que eu me corrija e ponto.
como auto-avaliação tentei até me buscar naquela musiquinha:
"Eu sou apenas um rapaz
Latino-Americano
Sem dinheiro no banco..." (enfatizo bem o sem dinheiro no banco, e corrijo o fato de eu ser um rapaz, sou uma garota apenas)
Mas nem deu muito certo, é mais divertido divagar sozinha sobre si mesma.
O negócio é que eu tenho um bocado de defeitos que eu não sei o que é, mas eu sei que eu tenho.
Então eu peço que você caro leitor, não me abandone mesmo com eles.
Peço agora à você, meu amor, que me ajude com eles. Não para que continuemos a viver, mas para que continuemos a nos amar. como tenho feito, como posso melhor fazer.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pra lembrar de nós

"Eu só quero andar do teu lado
dia claro, riso, solto no ar.
E ser mais que o teu namorado
vida que vai longe a nos levar."

Você já gostou de alguma coisa que não sabe explicar o que é?
Sim, você não leu errado. Gostar de algo que não sabe explicar! É tão simples, poxa vida.
Fulano gosta de nachos, Ciclano gosta de leite com chocolate, e Potonilda gosta...incrívelmente de nachos com leite e chocolate (tudo misturado).
A diferença entre isso e o que eu gosto, é exatamente o fato de não saber descrever o que é, e como se faz.
Pode ser com um olhar, um abraço, e um eriçar dos pêlos com um toque não premeditado mas muito notado.
Eu gosto, é de amar, mas não sei como se descreve o tal dito cujo.
Me contento em tentar, do meu jeito brejero... te amar, se me permitem com tão pouquinhas palavras falar.