sábado, 24 de abril de 2010

Caro exilado de capela

Caro exilado de capela...
Hoje o dia foi chuvoso.
Escureceu em pleno dia. E eu não soube o motivo.
Agora desconfio que possa ter sido algum tipo de recepção pra ti, que merece ver fenômenos físico-naturais como esse, em pleno ar...em movimento, no teu novo lar.
Respirando o ar úmido, senti tua falta.
A falta tua, mesmo nunca tendo te tido muito por perto, algo aqui dentro reclamava a tua ausência e se emocionava com tua presença.
Me pergunto como você está agora.
O que sente, o que sentiu. Se doeu ou foi como simplesmente dormir.
Eu deixo você vir me contar qualquer dia desses como as coisas funcionam aí. Ou melhor, me espere. Um dia a gente conversa direitinho.
Não sou uma exilada de capela como você. Mas quero evoluir também.
Não sou sua filha, mal te conheço. Mas meu carinho filial por você é inenarrável.
Aqui fica um muito obrigada.
Um em nome de vários.
Não se esqueça de nós aqui...Terráqueos.

1 comentários:

Thábata Sanches disse...

Não da pra dizer mais nada agora, talvez boa sorte e ilumine todos a sua volta com todo o seu brilho interior. Adeus.