quinta-feira, 8 de abril de 2010

Folha levada

"Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar.."
- Mário Quintana.

Pois esta noite me senti muito próxima de ser uma poeira ou folha levada. O frio, o frio era de morte. O corpo, doía de duro. O medo, era medo de cair lá mesmo.
Dessa vez não estou usando de figuras de linguagem para querer dizer algo relativo aos meus sentimentos, longe disso. Dessa vez o mal estar foi físico.
Talvez uma gripe forte. Enfatizo o forte, que faz os olhos arderem e fecharem sozinhos, o corpo doer e se contrair todinho.
Melhoras pra mim, de nariz "endubido".
Melhoras pro mundo, que mais do que de gripe, sofre todo dia.

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