terça-feira, 24 de agosto de 2010

Worries

Às vezes, nos preocupamos em demasia com situações que não merecem tanto.

Às vezes, vemos coisas que não existem, imaginamos o que queremos imaginar.
Eu confesso que tenho sido muito paradoxal em busca do meu "bel prazer" que se contrapõe à vontade de "sossegar o facho" numa tal estabilidade.
Que estabilidade eu teria aos "eighteen"? A estabilidade de ser instável. Estável da cabeça pra dentro, instável da boca pra fora.
Acontece que quando eu resolvo descer pro "play", ninguém quer brincar... Porque "comigo ninguém brinca".
Agora quando eu resolvo "voltar pra casa", cansada de brincar... Todo mundo quer brincar, machucar, passar mertiolate.
Eu tenho a minha hora pra tudo, e ninguém sabe quando eu "tô" na hora certa.
Certo mesmo é ser assim, "certa". Inocente, "novinha", sensível demais.
Por incrível que pareça, quanto mais eu fujo de conhecer o ser humano lá no "deep" do ser, mais eu me deparo com situações inusitadas de reflexão e "abobação".

Existe vida real e existe vida idealizada.
Você sabe qual você tem vivido?

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