terça-feira, 21 de setembro de 2010

Voa,

"É debaixo dessa terra, que nos deixam descansar."


E quando a gente acredita que não pode mais, algo lá de dentro nos motiva a continuar.
Não sabemos ao certo pra onde, mas o continuar sempre se demonstra promissor.
Então continuamos!
Por um momento, hoje quis desistir.
Eu quis me desligar de tudo, me esquecer de tudo e ter tempo para nada.
Hoje me perdi, me confundi e desejei que o mundo acabasse depressa. Desejei que todos esquecessem aquele deslize em questão, afinal de contas, minhas conquistas já foram tão maiores (Eu, presunçosa pensei).
Mas, como tudo tem conserto e nenhuma tempestade é eterna...Eu esvaziei o copo d'água tempestuoso e respirei fundo. "Alto lá, Maristella!"
Me lembrei de que quando caímos fundo, só nos resta subir (Créditos ao Marco).
Como eu não caí tão fundo assim, restava-me alguns metros e me atentei para não "caí-los" antes da hora. Respirei novamente, e subi.

Agora, olho pra janela e sinto o cheirinho da chuva. Parecem lágrimas nos meus olhos, mas não é salgada e nem quente. A janela entreaberta permitiu alguns felizes gotejos na minha face.
Eu não sei ao certo o que é, mas eu posso sentir que coisas boas estão por vir.
Como sempre, eu não largo esse otimismo, positivismo crônico e coletivo. Eu teimo, e talvez temo a chegada de algo bom. Tão bom, que talvez eu nem acredite, mas que desejo intensamente.

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