quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Antigas lições, eternos aprendizados

Sábado, 5 de Setembro de 2009...Pouco mais de um ano, eu escrevi o seguinte:


"Por um determinado ponto, passará uma reta, duas retas, um feixe de retas...
Infinitas retas.
Como o oito deitado das minhas sensações adoráveis no amor.
Já por dois pontos, passará apenas uma reta. Nada mais do que isso. (se não me falha a memória de um péssimo terceiro ano em matemática)
Uma única reta.
A reta da promessa, da recriprocidade e do finito.
O finito que só serve para delimitar os participantes das minhas sensações adoráveis no amor."

Hoje, 21 de Outubro de 2010, Um ano à frente disso, a lição ainda persiste. A matemática da vida e do amor não mudam.
O que mudou, foi o professor; Foi o traçado da reta que conecta esses dois pontos, foi a forma simples como eu aprendi e passei a desenhar essa reta que, finita ou não, eu não me canso de desenhar.


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