sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

"Toma Conta...

(...)E cuida do meu coração. Eu tenho medo de me arriscar noutra paixão."

Nunca fui de ficar me privando, poupando palavras quando a coisa flui. Só sinto que atualmente eu ando cuidando demais para que nada seja mentira, para que nada seja impulso...A fim de que eu viva e sinta tudo com toda a sinceridade e plenitude, o mais que eu puder.
No tempo certo, no momento devido.
Sem pressas, sem anseios, sem cobranças.
Pelo simples dever que a naturalidade do amor implica. Pela naturalidade que as pessoas esquecem quando passam a "amar".

A todos um ótimo natal. =)

domingo, 18 de dezembro de 2011

Fiz um coverzinho do Rainbow. óbviamente eu nunca tocarei metade do violão que deveria ser tocado nessa música. uhauhauha, mas tá valendo! =)

http://www.youtube.com/watch?v=JsXAaoaJwVw&list=UUt1x03NWx1AUBXE2icYlHrQ&index=1&feature=plcp


domingo, 11 de dezembro de 2011

Letargia

Se eu pudesse, explicaria. Mas nada me impede de tentar.
A alegria, o estado de êxtase profundo que inútilmente tento explicar, que domina meu ser quando me encontro em seus braços.
É um conforto que não encontro na minha cama. Nem nas palavras de quaisquer que tentam me "animar".
É um carinho que eu nunca imaginei que existisse, devido a sua sutileza...Quase não palpável.
Eu duvidaria de sua existência, se de fato não pudesse lhe abraçar, cheirar, sentir a realidade que me toma por completa.
Eu poderia até ter medo do fim, se tivesse existido um início.
Eu poderia viver uma vida inteira assim, sem nem começar, e talvez não fosse o suficiente.

Ah, que bom! :)

domingo, 27 de novembro de 2011

Crenças e Desejos

O difícil é controlar os impulsos do meu corpo no ritmo da minha mente.
Meu corpo é sempre mais rápido, menos cauteloso.
Eu não sei bem o que pensar, como pensar. Mas sei que de alguma forma penso, e confesso que me dói.
Dói saber que sentimentos são guardados, não só por mim.
Dói saber que eles não deveriam existir, e por isso são reprimidos...São compactados...Mas deixam rastro.
Deixam marcas de suas impressões ao vento, ao sol, ao correio eletrônico, na memória.
Sejam bons, sejam incômodos. De alguma forma são, foram.
E ainda não sabemos quando, como, mas muitos desejam que eles deixem de existir.
Outros lutam silenciosamente para que eles perdurem.
É controverso. Mas assim é o ser humano, assim sou eu, não?

"Hey mãe, eu tenho uma guitarra elétrica. Durante muito tempo isso foi tudo que eu queria ter".

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

"Existe um lugar onde ninguém pode tirar você de mim...Esse lugar se chama pensamento! E nele, você me pertence" - Charles Chaplin.

Na verdade eu não quero tudo isso desse jeito. Preciso de algo mais leve, mais suave e sutil.
Mais meu.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sobre as mudanças, e meu peito

A mais pura verdade que eu posso dizer, é que não sei mentir. Nunca soube.
Às vezes tento me esconder atrás de palavras mais duras, meio encenadas numa tentativa muitas vezes frustrada de encobrir a verdade romântica e esperançosa por trás delas.
Outra verdade é que temo. Temo por imaginar que as coisas que julgo boas não devam durar tanto quanto eu gostaria. É demasiado egoísta, eu sei! Mas quem é que não se dá ao luxo de ser assim às vezes, ao sentir aquela coisinha diferente? Aquela alegriazinha irremediável que te faz sorrir sem mais nem menos?
Eu tentei. Ah sim eu tentei fazer diferente dessa vez. E digo mais, digo que estou fazendo!
Não sinto cólicas e ansiedades para remediar situações, não busco definições concretas para o momento atual no qual decidi apenas "viver e deixar viver". Mas não posso conter um certo grau de frustração quando te ouço delimitar tanto sentimento que possa estar guardado. Eu faço que não, mas eu sinto.
Interessante que eu prometi deixar a onda me levar, e a única pessoa que está criando muralhas aqui não sou eu. E pedir para eu relaxar, mais me parece uma autoafirmação daquilo que você mesmo necessita fazer...Re-la-xar.
Eu disse que não escreveria, mas isso eu não posso fazer. Você já virou motivo. Só não se julgue tão importante, ouvi uma vez que ninguém é insubstituível.

sábado, 19 de novembro de 2011

No ar que eu respiro,

Eu sinto prazer..."

Talvez exatamente por isso eu já perdi as contas de quantas vezes ouvi que "você é mais macho que eu, que sou homem".
O meu desejo de liberdade supervisionada é maior do que qualquer outra coisa que eu pude querer. E honestamente? É difícil que queiram coexistir contigo nesta condição. Dessa forma eu continuo colocando tijolinhos na construção da minha parede da personalidade, enquanto alguns a vislumbram como muralha que me protege (ou afasta) dos outros.
Não é isso que eu ouço, mas é o que sinto.

sábado, 5 de novembro de 2011

Picos

Sou feita deles, os picos.
Momentos felizes, tristes, fugazes.
Nunca tomei a decisão de escolher um desses picos e torná-los constantes em minha vida. Parece até que gosto de viver perigosamente, sentindo ora tudo de uma vez, ora nada por nada.
A verdade é que eu desconfio ser muito intensa, e às vezes até ingênua demais.
É que gosto por demais de gastar fichas na esperança, no desconhecido que eu quero conhecer...E para isso já julgo que conheço, vou disfarçando bem... Até ver que vou ficando sem fichas, sem forças, sintonizando-me com outro pico de sentimentalismo.
E como que por encanto, em algum momento perfeito que eu ainda não descobri qual é, fichas novas se materializam em minha mão... E a criança esperançosa que aqui existe, volta a apostar... Inicialmente cautelosa,  às vezes enfiando pés pelas mãos e confundindo o local de entrada das fichas, porém, sempre com o mesmo objetivo.
No desconhecido, no improvável, em você.
:)

domingo, 16 de outubro de 2011

A Good Hurt

Vai doer ter de esquecer tudo o que eu sustentei durante tempos para justificar minha esperança, meu sentimento.
Mas eu definitivamente espero que valha a pena.
Convenhamos! Merecemos coisa melhor!
Não quero ser um entrave, tão pouco sua única saída.
Com 6 bilhões de pessoas, eu não posso, nem devo me julgar tão importante.

Eu não quero ir, mas eu posso...E eu preciso, você sabe.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Conversa com um amigo

"Maristella Diz: Eu sempre vou estar só.

ninguém conhece o meu coração tão bem quanto eu.
ninguém me vê chorar à noite.
ninguém sabe dos meus medos e vontades...e ninguém vai ser feliz com as minhas conquistas...mais do que eu mesma.
então eu sempre estarei sozinha. Sempre.
Não adianta disfarçar...
ter família.
ter amigos.
porque pra crescer, é você por você mesmo.
pra viver, é você por você mesmo.
as atitudes, quem tomamos somos nós mesmo, as palavras somos nós que escolhemos....E como? Sozinhos.
Somos seres humanos individualistas...e sozinhos.
porém temos companhia para as coisas boas da vida.
encontramos parceiros para muitas coisas! Passeios, conversas, ficar sem fazer nada, dar luz a crianças.
compartilhar solidão.
Cabe a nós nos isolar...potencializar a nossa "solidão".
Ou saber como viver bem sozinho...porém não solitário."

sábado, 8 de outubro de 2011

Be alright

Eu preciso inovar.
Preciso acordar.
Preciso fugir dos pensamentos negativos que me acompanham, ou enfrentá-los de forma a transformá-los em algo positivo.
Eu preciso, preciso, preciso.
Agora, precisar seria a mesma coisa de fazer? E de conseguir?

Acreditar, confiar (correndo atrás) e alcançar.
Eu fico bem, eu consigo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Hora de arrancar os cabelos,

Não!
Hora de respirar fundo, e acreditar que de alguma forma...As coisas vão funcionar.
Se não hoje, amanhã ou semestre que vem.
Eu terei outra oportunidade e uma nova mentalidade.
As coisas hão de dar certo. Eu vou colocar as pecinhas em seus devidos lugares, e fazer a "geringonça" funcionar.

Boa quinta.

domingo, 2 de outubro de 2011

O mais que puder

Respire fundo, o mais que puder. Faça esse exercício agora, tente!

Nessa respiração, imagine que estás a limpar seu coração de todo o peso que ele aparenta carregar.
Perceba o ar entrando nos seus pulmões, circulando e levando consigo tudo o que estava lá...Grudado e guardado.
Levante seus braços, procure um alongamento.
Ao levantá-los, busque uma prece, um agradecimento seja pelo que for...Talvez pelo simples fato de ter acordado, de ter tomado café, de saber ler, qualquer coisa. Independente das suas crenças, acredite que deva existir algo por e para se agradecer.
Relaxe os ombros. Livre deles o peso dos seus dias infelizes.
Carregue-os com a leveza dos momentos onde você pôde sorrir com a pureza de uma criança que já foi, mas no fundo pode nunca ter deixado de existir.
Conte até dez, pausadamente. prolongue as palavras, como se estivesse a dizer uma meditação. Teste sua paciência e disposição para fazer algo assim, aparentemente, bobo.
Sinta-se bem.
Acredite que somos capazes de nos refazer após 5 minutos diários de um exercício como esse.
Acredite que todos os dias somos capazes de recomeçar, e de progredir.

Tudo o que escrevo aqui, é o mais puro reflexo da minha alma. Aqui está toda a minha necessidade, e tudo aquilo que preciso praticar para me sentir melhor... Quem sabe compartilhar com quem está a ler, seja tão proveitoso quanto fazer tudo isso.
Tenha uma ótima semana =)

sábado, 24 de setembro de 2011

Desânimo

O estado de espírito no qual me encontro hoje, é digno para que eu estivesse a escrever no "cuspindoborboletas", mas eu insisto em procrastinar por aqui...A fim de provar para mim mesma o quanto o meu humor está próximo do gráfico de uma função seno...Oscilante, porém de comportamento inexplicável perante a matemática, talvez até perante outras disciplinas.
acho interessante...como em dados momentos, a falta de coisas que sinto me afeta de tal forma que eu não consigo controlar, e a coisa mais fácil e menos breve de se fazer é se render ao choro convulso.
Não sinta nessas linhas caro leitor, um apelo. Também não peço para que seja condescendente com a minha situação...Sequer quero explicitar os meus "problemas". Eu só acredito que talvez escrevendo um pouco, eu possa rever meus pensamentos, minhas prioridades...E pensar se esse drama todo me é necessário.

Pronto. Em poucas linhas, a pessoa que começou a escrever este texto se torna diferente da pessoa que aqui termina.
Então eu concluo que nenhum desânimo ou dor meus sejam tão importantes, que mereçam vazão da minha parte para serem sofridos.

domingo, 18 de setembro de 2011

You can tell by the lines of your face


Eu acho muito interessante como nós, seres humanos adoramos julgar que somos conhecedores e detentores de toda a razão que possa existir. Sabemos o que precisamos, a hora certa para as coisas acontecerem...E óbviamente nos frustramos quando as coisas saem fora do planejado.
Acredito que esse incômodo esteja ligado com o fato absorto de que nós realmente não sabemos de coisa alguma, nem mesmo daquilo que julgamos necessário...Pois diversas vezes possuímos aquilo que é necessário, que é confundido com aquilo que é querido.

Querer e precisar são coisas completamente diferentes.
Um é luxo, o outro é intrínseco.

Digo isso, pois passei (e talvez continue passando) tempo demais perdida entre o que julgo ser necessário, e aquilo que realmente me é preciso. E só paro pra pensar na diferença entre ambos, quando encontro alguém mais perdido do que eu em meio a tudo isso...
É tão triste e desnecessário desperdiçarmos lágrimas e pragas em cima de coisas que se mostram perdidas.
É tão mais vantajoso colocar um sorriso no rosto, por mais falso que esse pareça nos primeiros minutos, e levantar...Levar na esportiva, acreditar que o melhor há de vir...Pura e simplesmente pela lei da atração, pois somos ímãs de carne, osso e energia, capazes de atrair para nós mesmos aquilo que desejamos...Desde que saibamos como fazê-lo.



Pense nos sentimentos (e não objetos e pessoas) que você quer....E não naquilo que você quer distância.


Boa sorte para nós. :)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A caminhada

Você já se sentiu sendo levado por uma multidão de pessoas, em uma caminhada na qual você vê para onde todos te levam, mas você não consegue enxergar qual é o teu destino?

Todos parecem muito certos do caminho a seguir, onde bem querem parar... E só você se deixa levar, num "tanto faz" imoral acreditando que em dado momento, por "inspiração divina" , o seu caminho aparecerá.
É tolo continuar acreditando nesse momento utópico, que "há de chegar".

Carreira, Estudos, Família.
E a música? E a poesia? Pronde foram?
Afinal, o que eu quero? O que eu espero de mim?
(Não do mundo, só do meu).

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Tudo passa

"Ligo para amigos pra desabafar
A mesma velha história
Num mesmo bar
Viagens,risos,provas,músicas
saudades de você
Do que não Volta

Voltei pra casa quando anoiteceu
Lembrei de tudo que aconteceu
Ah, Meu Deus,me ilumine
Me faça aceitar, que assim vai ser".

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Desapontar-se

Não chamo de fragilidade.
Muito menos de inocência.
Chamo de bom senso, e a maioria dos (des)humanos a perderam de tal forma que andam agindo em seu benefício próprio, de forma que se regozijam com o sofrimento, ou declínio, alheio.

Como proceder quando se tem partes de uma verdade na tua mão, e levantá-la ao conhecimento público de forma a não prejudicar aqueles que lhe são caros...Sendo que de qualquer forma eles se prejudicariam com essa verdade inconveniente?
Mais do que inconveniente, É um absurdo.
Não tenho tanta experiência, ao ponto de saber se isso é tão comum assim...Mas participar dessa mentira não é, e nunca foi do meu feitio.
Mais do que ser conivente, ou espectadora, eu posso ser considerada participante. E por conseguinte, errada também!
Mais do que princípios morais...Fere-se o direito do cidadão, do trabalhador.
E não existem desculpas que expliquem nada disso, O simples fato de estar errado anula qualquer tipo de explicação, fortuita ou não.

É triste, é lastimável.
Não é digno de pena. É digno de punição!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Dias tristes, vontade de fazer nada, só dormir. Dormir porque o mundo dos sonhos é melhor, porque meus desejos valem de algo, dormir porque não há tormentos enquanto sonho, e eu posso tornar tudo realidade".


Caio Fernando Abreu.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Lágrimas secas

Ouvi dizeres de que quando perturbada, escrevo melhor.
Os sentimentos estão em polvorosa, à flor da pele.
Escrevo com quem busca um insulto que não existe na língua que conhecemos. Busco algo com novas letras, novo significado...Busco algo que defina essa atitude imoral que temos presenciado dia após dia.
Imoral, frio, calculista.
Uma pena não ter calculado teu declínio.
Agora não me parece tão bom em exatas assim, muito menos nas Relações Humanas...Haja vista que me parece muito pouco humano agora.
Imagino que minhas palavras nada impactarão na tua vida, nos seus dias muito bem "curtidos". Mas que me traz grande satisfação poder observar o quanto lhe falta de sentimento. Já ouviste falar de que : todo excesso prejudica?
Da mesma forma, essa procura, essa busca pelo inexistente te leva a falta de algo do qual você foge...De um trauma que você teve, ou de uma ilusão que você possui da sua vida atual.
Mas, deixe estar! É tudo muito passageiro.
E se você pensa que já sofreu alguma coisa...eu não te peço que a vida lhe proporcione o dobro de surpresa e lágrimas que escorri...Apenas suplico que você aprenda com seus acertos, um pouco sobre felicidade.
Que, óbviamente...não é nada disso que você sente hoje.
Nunca será.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Life without ya

"Love Kickstarts Again...."

Passado, presente, futuro.
Tudo num momento só, numa coisa só.
Tudo tão separado, e ao mesmo tempo misturado em mim.
Perdida entre olhar pra trás, pro neutro e pro amanhã, ando com leveza, disfarçando os passos sôfregos.
Interessante eu querer agir feito um polvo. Me desvencilhando da facilidade, querendo abraçar o difícil, digo...Tudo que é difícil, daí ser um polvo, para agarrar tanta coisa.
Pelo canto dos olhos, vendo um pouco atrás...Eu sinto saudades, e sinto uma agulhada no coração ao pensar que posso ter perdido a oportunidade do "To share", uma vida especial.
Um pouco mais adiante, no agora, eu me vejo a esquivar de algo desconhecido, e ao mesmo tempo previsível. Pretendendo evitar lamúrias e dependências desconexas, me mantenho "distante".
Perdida também nesse agora, me pego pensando na possibilidade do "ser feliz", "curtindo".
Mas...Curtindo o quê?
O trabalho exaustivo? A faculdade com DP's? As baladas repletas de momentos efêmeros, onde no dia seguinte resta uma lembrança vaga, e um telefone que nunca toca?
Onde foram parar os valores, o ideal de felicidade? De curtição? Falta simplicidade pra explicar a complexidade do momento imaturo que vivemos.
Talvez no fundo, todos nós fugimos daquilo que mais queremos.
Ou tememos por querer tanto assim.

sábado, 9 de julho de 2011

Sobre meu passado, e sobre mim

É incrível o fato de que, por mais voltas que o mundo dê...Eu pareço sempre ficar muito tonta e no mesmo lugar.

Meus fantasmas continuam lá, intactos. E me sorriem sempre que podem.
Eu não sei até que ponto podemos esquecer aquilo que passou, ou se ainda, pra alguns, a dor arde..Machuca lembrar.
Eu relutei tanto em pedir desculpas. Sempre me justifiquei com aquela velha história de aprendizado, que com os erros eu aprendia e não deveria me desculpar.
Hoje, não sei até que ponto isso vale.
Será que era uma questão de orgulho? O medo de oferecer a face e de fato receber a bofetada?
Hoje, eu não sei explicar o que houve.
Mas eu sei explicar o que aprendi, e que não me arrependo das conquistas que fiz...e das rasteiras que levei. Algumas perdas foram consequência de atos não muito bem pensados, mas que também serviram para que eu aprendesse a fazer diferente de lá em diante.
E mentir, eu nunca menti. Eu só não soube como agir, como me justificar, o que fazer.
Uma questão de orgulho, Uma questão de medo...Que fez tudo ficar suspenso, e com essa sensação de pendência, nó na garganta, até hoje.
Eu espero que um dia, eu possa me livrar dessa carga.
Do fundo do meu coração peludo, eu espero.
Mesmo sem saber como. Da mesma forma que eu não soube o que fiz quando tudo isso começou.

domingo, 3 de julho de 2011

Brocochô

Tô pra dizer que a vida do homem (ou pelo menos a minha) se discorre a partir dos sentimentos.

Sou reflexo daquilo que sinto. Não sei fingir.
Sou imediatista, sou intensa.
Que dure 5 minutos, meses, anos... Como tudo é tão imprevisível, eu cometo a loucura sentimental de me entregar para todas essas probabilidades da mesma forma.
Inigualável e irremediavelmente... Por completa.
O fracasso não traz sofrimento, traz aprendizado acompanhado de lágrimas provenientes da labuta árdua.

E amanhã, eu vou acordar com um milhão de motivos paara continuar, ao invés de me conformar com o "morno" do momento atual.
Eu vou errar, acertar. Tropeçar e cair.
E me levantar, Com a naturalidade de uma criança que ainda está aprendendo a andar.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aromas e visualização

Ninguém faz idéia do quanto aqueles minutos, aquelas poucas horas, foram importantes pra mim.

Sentir o seu cheiro, misturado no couro do carro, ou da sua jaqueta, inconfundíveis em meio as cinzas de cigarros particuladas, invisíveis ao olho nu...Mas perceptíveis ao meu olfato aguçado que queria memorizar tudo, pra não esquecer nunca.
Dentre todos, esse foi e é o cheiro que eu mais amei, e mais sinto falta.
Falta essa que não me escraviza. Só é saudosa, saudável.
É um cheiro inconfundível, que toda vez que sinto só penso no teu nome. Porque ele só se apresenta com a sua presença.
Ouvir sua voz, aquela voz que sempre me estremecia no telefone, me fazia ficar ansiosa por ouvi-la...Fosse longe, ou fosse grudada aos meus ouvidos, aos meus cabelos cacheados e pescoço amortecido pela sua presença.
Ver seus olhos, os olhos que eu contemplei passear pelos meus...Por todo o meu corpo que o espelho pode enxergar, Por toda a minha alma que nem todo mundo pôde conhecer.

Respirei fundo, e me contive.
É amor pra ser lembrado com carinho, e sorrir com aquele sorriso de "merda", como você costuma dizer.
Deixe estar. A vida nos prega peças e ensina. Hoje ela me ensinou que existem coisas que por mais que queiramos, simplesmente não devem se concretizar...E acredite, o tempo lhe provará tudo isso.

domingo, 26 de junho de 2011

Pequenos lamentos

Interessante como em tão pouco tempo eu me agarrei a idéia de que tudo simplesmente ficaria ótimo ao seu lado.
Co
meti aquela falha incorrigível em mim de criar expectativas, depositar tempo e confiança...Dar certo para o incerto.
Nova
mente meu tombo foi planejado por mim mesma de forma colossal.
Longe de
mim dizer que sofro, Isso é algo mais próximo de frustração pessoal mesmo.

Sendo sempre tola, me doando com a mesma facilidade que respiro...que me apaixono.
E mais interessante de tudo isso...É ver que mesmo com inúmeras quedas...Eu continuo repetindo o mesmo ato em peças diferentes.
É...talvez o
mundo não esteja preparado para mim.
E vice-versa.


domingo, 19 de junho de 2011

Minutos de Inconsequência

É interessante como agimos por impulso

Mais interessante ainda como podemos agir erroneamente dessa forma.
Em questão de minutos, aquilo que era certo...Já não é mais.
Convicções, não passam de idéias aleatórias e amorfas.

Hoje eu acordei mais perdida do que filho-da-puta em dia dos pais.
Não encontrei razão, sentido, ou circunstância nos meus últimos atos.
É como se eu agisse compulsoriamente sem pensar, paradoxalmente convicta. E após uma boa noite de sono, despertasse...Como que num passe de mágica. Despertasse para mais um novo dia, cheio de atos impensados.
Preciso dar um jeito nisso, antes que vire um caminho sem volta.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Fumaça Intelectual,

Às vezes eu acho, tenho certeza de que eu deveria estar fazendo Humanas.

Não só por ser muito humana, mas por também nunca saber lidar direito com os números...com o exato.
Vivo sempre numa incerteza inconstante característica dos Humanóides que às vezes dá vontade de ser certa e precisa como um "0 ou 1", por exemplo. Deve ser interessante quando sabe-se tudo sobre você, e a sua constância faz com que você sempre seja assim.
Mas ser quem sou? Ah, É preciso pouca exatidão e muito Humanismo, Romantismo, Realismo e o que mais for necessário (não digo preciso) para que eu possa me formar na sua mente. E ainda assim, me desfazer em questão de minutos, e me montar novamente com algo novo.
Como posso tanto querer estabilidade, se somos todos tão instáveis?
Ah, entendi o que acho que quero dessa vez.
Que tal uma estabilidade instável acompanhada? Pode ser vantajosa, interessante, e podemos quem sabe assim descobrir o que buscamos ou somos, afinal.

- Eu só queria recomeçar, não me importo que seja devagar.

domingo, 12 de junho de 2011

Sinta novamente

Aquela droga.

Aquele sentimento desnaturado e ridículo que os mortais denominaram ciúme.
"Os velhos olhos vermelhos voltaram".

Sabe o que é mais engraçado?
É eu sentir algo assim tão impactante, por uma coisa tão pequenina que só acabou de começar.
Ontem mesmo eu disse que precisava acabar com isso, e de repente eu sinto tudo assim...Amplificar e tomar forma e dimensão imensuráveis?
Eu preciso é me chacoalhar e recordar de que todos, indistintamente, temos um passado.
Algo a ser compreendido, respeitado.

Eu preciso de uma boa noite de sono, e de Positive Vibrations.
Bem com parar de pensar em asneiras e deixar fluir.


sábado, 11 de junho de 2011

Movies

"Just let me be there for you any time, You're so fine".


Interessante como pequenos atos, e longas respirações podem fazer toda a diferença.
:)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Esperar pelo melhor


É bom que eu vá me aninhando em um canto confortável qualquer para aguardar os próximos capítulos dessa comédia trágica da vida privada.
Às vezes eu admiro com estranheza aquela força que rege tudo. É tudo tão perfeito, nada fora de hora. Só é fora daquela hora que nós insistimos em acreditar que é a hora certa.
E quando mais uma vez eu acredito que as coisas estão desmoronando sem uma mão a nos segurar, eu me recordo que por diversas vezes a mão sempre esteve e está lá. Ao lado, insistindo ajudar. Nós, meros terráqueos que a ignoramos e questionamos...Fazendo tudo do nosso jeito errado, e prejudicando, e agravando aquilo que já é considerado muito próximo de um fim.

Até quando essa realidade vai deixar de ser só uma história lamentável que nos é propagada todos os dias, para se tornar uma atitude de mudança encorpada no nosso dia-a-dia?

domingo, 5 de junho de 2011

Espasmos

Espasmos que parecem nunca acabar.

A raiva é tanta, que eu me sinto inchar.
A sensação de estar sendo enganada, é algo que me consome há três semanas.
Eu estou terrívelmente estressada e desgastada.
Eu realmente gostaria de esclarecimentos,
Pontos finais ao invés de reticências insuportáveis.

sábado, 4 de junho de 2011

Sejamos Francos

Eu brinco demais, nunca falo muito sério.
Às vezes não sei como não dizer verdades brincando. Ou não brincar de dizer verdades.

No fundo eu tenho um coração peludo bom, que só quer descansar um pouco.

"Se eu tenho um milhão de motivos pra te conquistar eu não vou desistir.
Você é frio, é calor
É febre de amor, saudade de paixão.
E eu sigo sempre rumo ao seu coração.
Pra ter o seu amor, eu viajei pelo teu mundo
Me vi com teus olhos, descobri quem sou.
Pra ter o seu amor, te pedi pra Deus de presente
Pra me ver contente, ele te inventou".

Eu simplesmente adoro essa música. :)
Espero um dia colocar sentido nela. Mais uma, pra variar.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Depreciar-se

Às 16:16 eu comecei a sentir algo apertar dentro de mim.

Algo choroso, vindo de leve...Querendo me pregar ao chão.
Agora, às 17:00, não me lembro da última vez que chorei tanto sem saber explicar o motivo.
A verdade é que eu ando tão frustrada comigo mesma. Tudo parece tão afogado em tons de sépia que talvez se eu morresse, ninguém fosse dar por falta. Talvez até fossem, não sei, acho que é só um desejo momentâneo.
Não, eu não quero morrer agora. Eu só me sinto um pouco morta.
Um peso morto. Algo/Alguém sem muitas qualidades ou defeitos marcantes, sem marcos notáveis, sem grandes esforços.
Alguém que precisa estudar, que precisa trabalhar pra ajudar em casa...Mas não faz nenhum dos dois.
Passa seus dias em estado semi-vegetativo tentando fazer um pouco de tudo, no fim fazendo muito de coisa nenhuma.

Eu não aguento mais olhar pra todo o restante do mundo caminhando, e eu aqui...Parada.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Perceba-me

Eu gostaria, de por alguns segundos, poder prever o futuro...Ou pelo menos o que poderia ser melhor, de acordo com as minhas ações.

É tão difícil não saber o que fazer. Ou melhor, saber...Mas ao fundo não concordar. Insistir em coexistir com aquela esperança de quem não aprende nunca, nem com tapas vigorosos na cara.
Eu não quero parecer burra, muito menos incompreendida.
Eu não quero cair em sofrimento premeditado.
Me chateia pensar que eu tenho mais uma chance, e não deveria tentar.
Me traz incômodo, voltar a sorrir, tocar em frente, deixando algo sem total resolução.


"Eu sinto falta mais já não sei mais do que".

terça-feira, 24 de maio de 2011

Receitas de alguém

Eu não tenho nada pra dizer/escrever.

Hoje só quero ouvir uma música...

"(...)Eu queria manter

Cada corte em carne viva
A minha dôr
Em eterna exposição.
E sair nos jornais,
E na televisão
Só prá te enlouquecer
Até você me pedir perdão...

Eu já ouvi 50 receitas
Prá te esquecer
Que só me lembram
Que nada vai resolver
Porque tudo
Tudo me traz você
E eu já não tenho
Prá onde correr...

O que me dá raiva
Não é que você fez de errado
Nem seus muitos defeitos
Nem você ter me deixado
Nem seu jeito fútil
De falar da vida alheia
Nem o que eu não vivi
Aprisionado em sua têia...

O que me dá raiva
São as flôres
E os dias de sol
São os seus beijos
E o que eu tinha
Sonhado prá nós...

São seus olhos e mãos
E seu abraço protetor
É o que vai me faltar
O que fazer do meu amor?...

Eu já ouvi (...)"

domingo, 22 de maio de 2011

Old School


"O amor é bem mais forte que a força de um furacão."

Não me lembro quanto tempo faz, desde que escrevi a última linha de uma última canção que fiz.
Há tempos não sai mais nada daqui. Parece oco.
Eu só sei repisar em cima das canções velhas, que insisto em dizer que mudam de significado com o tempo.
Mas acho que é tudo uma desculpa pra não fazer algo novo. Pra não dizer que daqui já não sai mais nada. Nenhum acorde novo acompanhado de um verso construtivo.
Seria forçar demais tentar algo assim, sem motivo.

Onde estariam as causas pelas quais eu costumava lutar?
E meus heróis, pra onde foram?

Espero que seja só uma questão de tempo, como sempre foi.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O incerto

É o mais certo, dentre tudo na vida.


Eu já não sinto mais certeza de nada.
Nem mesmo do que quero.
Nem daquilo que pode ser o certo.
Por favor, que Deus me ajude.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tão cedo

"Justamente agora, que eu penso em ir embora, você me sorri".


Com cautela, com empolgação... Com algo que eu talvez me recorde de já ter lido na tua voz anteriormente.
Essa satisfação, essa felicidade pode durar dias, meses, anos...Mas em algum momento, devido aos revezes da vida, tu podes voltar a recorrer ao desespero, à frustração sem motivo, à depressão.
E como se comportará? Afastando-me? Afastando-os?
Mais uma vez, o modelo espiral da vida nos é proposto. Nada fica no mesmo lugar, nunca seremos os mesmos, e as situações...por mais que pareçam iguais, nunca serão. Nos proporcionando sempre um diferencial no aprendizado.
"A minha vontade é forte, mas a minha disposição em obedecer-lhe é fraca".
Por mais que eu já tenha utilizado essa frase anteriormente em algum momento da minha vida, não em algo parecido com o hoje, ela faz total sentido no meu agora...Meu aprendizado atual.

Alguns dizem que mais vale a tentativa e a frustração, do que nunca haver tentado.
E eu então te digo... E quando já tentei?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Impressão

Importante lembrar que uma simples mensagem de texto recebida no celular, durante o jogo do corinthians, é capaz de aliviar a tensão e te fazer ficar com um sorriso bobo no rosto o resto do domingo.

Interessante como eu continuo boba por dentro.
Tão "articulada", "sagaz"... Mas muito boba por dentro. Deveras passional.

Sem problemas! Aí é que está a diversão.
Have fun.

domingo, 15 de maio de 2011

Celular e vinho tinto

"Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life".



Se eu não sei onde errei, é a mais pura mentira.
Se eu vou conviver com isso, pro resto da minha vida, é a mais pura (meia) verdade.
Talvez eu seja orgulhosa demais pra admitir que, de fato, tenha sido um erro.
Continue dizendo por aí que foi uma experiência, um aprendizado.
Mas, andei pensando...Num aprendizado, nós saímos mais livres...libertos e sem pendências.
Agora me esclareça, por que pesa tanto assim?
Por que é tão difícil pensar num :"Me desculpe" ?
Será que eu realmente fiquei tão paradoxal ao ponto de ter vivido uma parte da minha vida "pregando sem cumprir?".
Eu reconheço que o vinho facilita essa escrita, e deixa de lado a impressão "boa" do encontro que tive hoje...Do qual cheguei em casa às 00h. Estranho foi eu ter esperado mais, de algo tão jovem assim...Talvez eu tenha me acostumado com um passado não muito longínquo, da espera da porta da minha casa se fechar, de lançar um beijo no vento entre o aberto do vidro do carro, de um "até mais", ou sabe-se lá o quê.
Eu não entendo o que estou buscando, e para todos os efeitos...Eu vou continuar nesse mesmo caminho sem olhar muito pra trás, e muito menos à frente.
Olharei pra onde estou, e pra onde eu quero ir.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Glass angel

É terrivelmente insuportável e atemporal o dom que certas pessoas possuem de te irritar.

Definitivamente eu não sei o que acontece dentro de mim, que se remexe, se retorce e contorce quando lê qualquer palavra sua.
Acredite, nunca é bom.
Tudo parece mentira, ensaiado e inigualávelmente seu.
Eu sinto rancor de algo que não me lembro, mas sinto.
Eu sinto uma pendência muito maior em relação à ti, do que a qual criamos com aquela que, como dizem, traímos.
E quando eu acredito que tudo mudou, que a minha indiferença é fato, novamente eu sinto uma vontade "não-segurável" de encostar um dedinho na sua cara e apertar, fazendo "furinhos", de forma a trazer desconforto. Da mesma forma que você promove isso em mim.
É como uma brincadeira de criança, que quando não tem uma forma de comunicar-se com o alvo...Procura insultos, situações que a coloquem de fronte com o ser em questão...Promovendo resultados nunca muito benéficos.
No assunto "Você", compare-me a uma criança de 6 anos...Acredite, não me sinto muito diferente.
Acredite, também não tenho a disposição de fazer diferente.
Se até hoje eu não encontrei a cura, apenas saídas. Permita-me continuar saindo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Conversações

Foi um final de semana atordoante.

Muitas coisas vindo à tona de uma vez, e fingir flexibilidade...até mesmo indiferença, nunca foi do meu feitio.
Me vi uma pessoa conformada, se acomodando, acostumando com a juventude burguesa que tenho muito observado ultimamente de forma curiosa.
Estava começando a ficar assustada, acreditando que a única diferente, mais do que nunca, continuava a ser eu mesma...Pra variar.
É engraçadíssimo você ir pra cama...após ter ouvido um bando de jovens discutir sobre a loucuuuuura do "tapinha" que deram, ou do quanto a sociedade está equivocada sobre as drogas e mais uma porção de conceitos discutíveis...polêmicos, criados naquele mesmo momento.
Muito mais engraçado, é você acordar no dia seguinte, sair no portão da casa de sua avó... E observar, em plena 10h da manhã, um rapaz de chinelos, roupas esfarrapadas, coberto com seu "ouro" e seu celular tocando funk, distribuindo sua mercadoria num "gueto", entre os carros luxuosos que passavam, contrastando com as casas de tijolos quebrados e rebocos mal feitos que demonstravam o quanto a paisagem local não era apreciável.
Naquele momento, a tal classe média que sustenta aquela patifaria...Os meus coleguinhas de faculdade, parecem mais um bando de filhos da puta. Que sustentam também os filhos da puta dos morros, que continuam vendendo...Alguns morrendo, assim como os filhinhos de papai da classe burguesa que perdem a "mão" e morrem também.
Um procurando justificar o outro.
E a polícia?
Eu também me perguntei isso durante os dois dias em que estive naquele local.
Em nenhum momento do dia ou da noite, enquanto o tráfico rolava solto...Eu observei uma sequer viatura da polícia (senhores coniventes com a situação).
Eu não sinto pena do viciado, não sinto pena do traficante, muito menos do drogado pobre ou burguês.
Sinto pelo mundo, que caminha a passos sôfregos e paradoxalmente largos rumo ao desconhecido.

Estou chocada, estou chateada.
Mais do que nunca, impotente.

sábado, 7 de maio de 2011

Runaway

Frustrações, Limitações, Dor de garganta cortante, Medo.

Foi tudo junto, de uma vez só...Expresso em duas ou três lágrimas que escorreram involuntárias durante uma aula de Física Aplicada I.
Não era pra tanto! Mas naquele momento foi.
As letras alpha, betha, gama do alfabeto grego pareciam mais coerentes do que qualquer outra coisa que estivesse sendo falada naquele sotaque arrastado e escrito naquele quadro grande e verde.
Num repente me recordei de que desde o início eu soube que não seria fácil, e que eu estava me propondo à isso. De corpo, alma e cérebro (carente de inteligência, não minto).
Com as costas das mãos sequei aquilo que me fazia recordar um mar de água salgada de outrora, e me ri da bipolaridade rara na qual mergulhei naquele instante.
E então passou.
Exceto a dor de garganta, aliás...Amigdalite, Que permanece cortante e insuportável.

Um bom final de semana.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

E então...

Num repente, quando te vi na minha frente
Todos os meus desejos se expressaram numa coisa só.


Mentirinha. Eu tenho desejos demais para que eles possam ser expressados por algo ou alguém.
Seria demasiado simplista e romântico-exagerado afirmar algo com taaaanta eloquência.
Mas, afirmemos isso só para que fique "bonitinho".
É possível que um raio caia duas vezes num lugar...parecido?
É fato que não é o mesmo raio, e não é o mesmo lugar...Mas é tudo tão convidativo e interessante, que eu me contento em me deixar levar pela correnteza. De forma que eu nunca despenque em uma queda d'água, mas Às vezes possa vir a me assustar com o curso do rio, ou com a agitação do mesmo.
Só sustos.


"Eu viajei pelo seu mundo, me vi com seus olhos e descobri quem sou.
Te pedi pra Deus de presente, pra me ver contente...Ele te inventou."
Haha, que gay.
Mas é lindo. T.T

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Happiness, or...

"A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza."

(Definição de felicidade, pela Wikipedia).
Okay, convenhamos que essa talvez seja uma fonte discutível...Mas no momento ela cabe como uma luva em minhas mãos.
Interessante como eu já havia esquecido de como era a sensação de dormir, acordar e passar o dia com um sorriso ridiculamente largo no rosto.
Sabe, eu acho que eu deveria fazer isso todos os dias. E que se fodam as marcas de expressão, mais dia ou menos dia elas apareceriam. Que apareçam agora, por bons motivos.
Já que recentemente, com alguém especial, aprendi a valorizar o momento presente...Nada melhor do que colocar o aprendizado em prática, na melhor forma que eu conseguir.






quinta-feira, 28 de abril de 2011

Come back another day


Nunca declare seu amor por mim.
Me compre tulipas vermelhas, serão mais significativas.
E como atualmente quase ninguém compra ou dá tulipas vermelhas de presente...
Vou me adaptando a viver assim.

Sabe de uma coisa?
Eu acho que nunca vou mudar...

terça-feira, 26 de abril de 2011

I used to love him...

...But i had to kill him."


(grego hupokrisía, -as, desempenho de um papel)
s. f.
1. Fingimento de bondade de ideias ou de opiniões apreciáveis.
2. Devoção fingida.

Por um momento eu acreditei que fosse estragar tudo...E com muito gosto!
As máscaras, o verniz social se desfez numa questão de instantes, apertando meu fígado e me promovendo dores lancinantes. Eu não poderia continuar assistindo um teatro daqueles e continuar a mostrar os dentes como um leão muito bem treinado para sorrir.
Foi assim que as palavras saíram...Poucas, baixas, mas num tom confiante o suficiente para serem ouvidas por alguns poucos...Que as interpretaram da forma que escolheram. Que me interpretam da forma que bem desejam, nunca me conhecendo como realmente sou.
Eles não entenderam que eu estou nisso tudo há apenas 19 anos...Não é tão fácil fingir, atuar dentre tantos atores e atrizes (diga-se de passagem, demagogos) antigos desse teatro vital.
É uma concorrência desleal! Sendo assim, me perco. Me machuco. Me vejo absurdada dentre tantas palavras ácidas, em um momento inoportuno...Onde tudo era pra ser sorrisos, não falsos, mas sorrisos de verdade, de saudade, do reencontro.
Alí, parada como uma mera expectadora, eu só via olhares competitivos, olhares rancorosos, olhares sarcásticos ávidos por deslizes alheios para encontrarem motivo para a próxima conversa, olhares de incestos, entrelinhas sujas e mal escritas por um convencionalismo que eu duvido que exista.
Uma mão se estendeu para agarrar a minha, num momento de reconhecimento verdadeiro. Ouvi tudo com atenção e absorvi, reconheci tudo o que pude. Mas no fim das contas não pude concordar, e tive apenas de lamentar o fato dela ter se "acostumado" com a peça atuada. Agradeci, e a segui contrariada...De forma que não estragaria o dia dos poucos que se fazem desentendidos ante o teatro, e a decisão se formou mais firme e clara do que nunca.
Se é necessário que eu também atue para continuar a fazer parte desta companhia...Será com armas contrárias e paradoxalmente certas: Minha verdade, sinceridade e pureza de caráter.
O leão só irá sorrir, quando realmente for de algo engraçado... Confesso que acho que foi assim que ele foi treinado.

domingo, 24 de abril de 2011

História sem fim,

São só diversos começos.


Do fundo do meu coração peludo: Eu odeio histórias que começam, e nunca terminam...Ficando assim, suspensas.
Odeio as reticências, quando preciso de um ponto. Não necessariamente um ponto final, mas precisamente um ponto, para que eu inicie um novo parágrafo.
Decidi colocar meus pontos nos meus textos, ao invés de esperar que ele seja corrigido por outrem.

Revirando algumas histórias que vivi, hoje me pego rindo ao ver uma possível história se repetir.
É inevitável fazer comparações, prever o tão previsível e inconstante.
As palavras são tão parecidas com as quais eu já li antes, a profundidade é de atordoar e te deixar suspensa no ar...Como se você fosse a única mulher no mundo, a melhor de todas, o fruto de toda aquela inspiração estarrecedora.
Poxa, nada mais me surpreende.
Eu já li pra mim,
Agora quando leio o que você escreve para outras...Pra mim é tudo uma grande réplica, uma espiroqueta fina, que começa e volta na direção do ponto inicial rápido demais,
Rápido demais para merecer tamanha importância.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Vegetais ou Cigarros

Hoje não me perco mais entre os dois.

Acho que vou pensar duas vezes antes de me acalmar com tóxicos... Talvez uma cenourinha, ou um "xuxu" aliviem melhor a tensão que eu possa vir a sentir.
A fase é ótima para que eu me cuide, e absorva todo o melhor...E não para que eu me definhe, como os muitos que tenho visto.
São duas portas muito parecidas, porém uma é sempre muito mais fácil de se atravessar.
Acho que mais uma vez, vou escolher a porta mais estreita.
Não é a mais fácil, mas se ela existe...É porque não é tão impossível assim.
E é como tenho ouvido muito: "Nada vem de graça".
E nada vai sem deixar lembrança.

domingo, 17 de abril de 2011

Mais um fim

Foram tantas as lágrimas.

Foi tamanho o meu desespero, a minha esperança.
Inútil, não minto.
Todas as palavras que gastei, os textos que escrevi, as lágrimas que chorei se tornaram nada...Nem um pouco significantes após aquela ligação.
Eu realmente acreditava nas pessoas, e na mudança.
Mas quando os dias se passam, e essa crença escorrega pelos teus dedos...é difícil manter qualquer tipo de opinião. Agora não quero, não tenho condições de opinar.
Só tenho condições de afirmar a sua fraqueza...Com total franqueza.
Um dia eu pude dizer pra mim mesma, que você era o meu tudo.
Noutro dia, pude dizer a mim mesma, que você era precioso na minha vida...mas não intrínseco.
Hoje, preciso dizer a mim mesma que a vida continua, e sempre continuará...E que quem eu julgava tão preciso, tão valioso...Não passará de uma história pra ser lembrada, e nunca mais remoída.
Hoje, eu fujo de tudo aquilo que me machuca, me atrasa, e me sufoca sem que eu perceba.
Hoje fugirei de você.
E amanhã,
E depois.
Até que eu me esqueça,
Até que eu deixe de te amar.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Num dia desses qualquer

...Quando a chuva bater na janela.(...)

Sem rasuras, sem frescuras, sem medo de errar."

Hoje eu acredito que a nossa vida seja uma grande espiral.
Não corre em círculos voltando ao mesmo lugar. Mas às vezes dá a impressão de sempre voltarmos ao ponto de partida, e na verdade temos aí a projeção do início, onde as coisas voltarão a ficar difíceis, talvez piores do que numa situação anterior, Mas não se iluda! É tudo aprendizado, e estamos falando de uma espiral. É circular mas não é círculo.
Nunca gostei muito dos dias chuvosos. Especialmente quando preciso sair de casa.
E quando tenho que ficar, normalmente sozinha, é chato...sombrio e nunca encontro coisas pra se fazer (Não que não haja, só que nada me agrada mesmo).
Ultimamente tenho visto o tédio me vigiando por toda parte. O desânimo dando suaves batidas nas minhas costas. O cansaço me abatendo as 10 horas da manhã.
Nem mesmo trabalhando eu me sentia consumida por algo invisível dessa forma.
É como se :"Quando menos coisas a fazer, maior a vontade de fazer nada".
E assim vou levando meus dias. Regados à remorso, cansaço infundado e preguiça de mudar.

Poxa vida, preciso me mexer.

sábado, 9 de abril de 2011

Me dá seu abrigo

"Resolvi ser feliz, porque é melhor para a saúde!" - Voltaire.


Acredito que após essa pequena frase, eu não preciso destrinchar um texto enorme sobre como e onde vou fazer alguma coisa.
O que importa, é que vou, e ponto.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Fracasso não Declarado

Hoje acordei tarde.

O relógio marcava exatamente 11:00h, e eu havia o colocado para despertar Às 08h.
Que pena!
Me questionei em relação ao o que estava fazendo da minha vida, se eu me sentia completa dentro de mim mesma, se os planos para este ano estavam realmente sendo seguidos.
"PÉEEEEN!" o alarme negativo soôu. O alarme da consciência.
Eu estava parada, preguiçosa, vendo uma prova de cálculo se aproximar sendo que eu não movia um dedo sequer. Só chorava e suspirava (Como sempre fiz pra tudo).
Naquele momento eu pude até sentir falta de algumas conversas, de momentos que deixei escapar em prol de uma boa estória...Que não durou muito, é verdade, mas que teve seu começo atropelado e seu fim escandalizado por adolescentes de carinhas sujas que aos seus 17 anos já se julgavam donos de seu querer (e de suas verdades, é cláro!).
Me recordei de todos os momentos tristes pelos quais passei até hoje, e tentei buscar em cada um deles o que fiz de melhor para "passar" por tudo isso. Não seria diferente dessa vez, não será.

Vou começar salvando essa postagem, e dar início a todas as coisas que deixei "paradas" de um tempo que nem eu sei onde começou.
"Velhos hábitos nunca morrem", mas podem ser espancados até desacordarem.

Uma boa semana.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Uma imensa vontade

...De ir embora.

Só com a roupa do corpo.
Sem nenhum escrúpulo, sem dó.
Largar tudo aquilo que me fez pessoa nos últimos 19 anos, e agora aparentemente começou a falhar.
Eu não sei bem em que ponto, em que momento as coisas começaram a desmoronar assim...Mas eu sei que é fatídico, está.
Um simples diálogo se torna um fato catastrófico.
E por favor poupe a espiritualidade na hora de culpar alguém. Culpem a si mesmos.
Não que eu seja perfeita, longe de mim!
Mas também não sou um monstro, feito pelos senhores médicos perfeitos.
O que eu tenho é preguiça! Preguiça de conversar, de me explicar, de me queixar...De qualquer coisa que me faça perder tempo sentando e tentando travar uma conversação frustrada.
E eu morro de vontade, de sumir.
Não creio que a minha situação seja tão insuportável assim, mas também não devo fingir indiferença e aguentar a "merda toda" como Jó, que Deus me perdôe o exemplo.
Também não acredito que sou mais uma marionete, pois acredito na culpa dos mortais.
Se o mundo é o mundo atual, é tudo por questão de causa e efeito, ação e reação...E não só porque "tinha de ser assim".
Eu me revolto sim, e declaro :Não está tudo bem!
Em algum ponto, algo aconteceu e tudo deixou de estar bem.
Se em algum momento do meu dia posso alegar que tenho paz, considere sendo assim das 00:30 às 06h da manhã....Porque durmo.

terça-feira, 29 de março de 2011

Apoptosis

Durante alguns momentos, longe de toda a auto-alienação, pude refletir no quanto esse pseudo-sofrimento pode ser só mais uma oportunidade de crescimento.

Só mais uma oportunidade de me dedicar ao "que realmente importa", e não àquilo que eu acreditava tanto importar.
A verdade, é que talvez o muito de alguns, pra mim vai continuar sendo muito pouco.
Sendo assim, segue a vida...Deixa rolar.


"É muito quadro pr'uma parede,
É muita tinta pr'um só pincel,
É pouca água pra muita sede,
Muita cabeça pr'um só chapéu,
Muita cachaça pra pouco leite,
Muito deleite pra pouca dor,
É muito feio pra ser enfeite,
Muito defeito pra ser amor.
É muita rede pra pouco peixe,
Muito veneno pra se matar.
Muitos pedidos pra que se deixe
Muitos humanos a proliferar.
Se em terra de cego quem tem um olho é Rei,
Imagine quem tem os dois!"


sexta-feira, 25 de março de 2011

A river of tears

A irritação é amiga da falta de compreensão, irmã do oposto ao bom senso.

Eu odeio ser contrariada.
Eu odeio não ter controle das situações.
Eu, eu e Eu.
Egocêntrica, amante, errônea sempre.
Eu tentei, tentei tanto.
Eu solucei, chorei de espernear e não funcionou.
Eu pedi, implorei, ameacei e não adiantou.
Eu me rendi, tentei me refazer... mas eu sempre volto no início daquilo que parece nunca recomeçar.
Eu amei, amei e amei tanto, Que caí feito uma jaca podre no chão, acreditando que estava madura.
Eu continuo amando, amando e amando tanto, que dentro de um dia eu sou capaz de esquecer tudo, para recomeçar aquilo que mal começou, e que parece que nunca vai recomeçar.

Eu nunca vou poder consolar ninguém, se eu mal consigo me consolar.

"Now when it rains,
It pours.
I'm all alone, but I'll always be yours."

sábado, 19 de março de 2011

Inspirar-se

Expirar-se.

E, ultimamente acredito que tenho me expirado demais.
É demasiado simplório eu escolher um tema, vir até aqui e destrinchar um monte de palavras provávelmente bacanas, sem estarem vindo do coração.
Se bem me lembro, tudo isso aqui foi construído com emoção.
Raiva, indignação, amor, paixão, dor, amor...Ah, o amor.
E hoje me questiono (e fui questionada) sobre a tal "inspiração".
Temo que ela tenha se perdido em meio aos meus dias corridos. Minhas palavras corridas, atos corridos...Que buscam soluções práticas e rápidas. Alívio imediato às sensações efêmeras que me causam incômodo.
Eu gostaria tanto de poder dominar a língua dos homens com total maestria, de forma que eu pudesse explicar, pelo menos para mim mesma, o que tenho sentido nesses últimos dias.
Talvez assim a confusão diminuísse, a mente espairecesse, o coração abrisse.

Boa noite.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Limites não calculáveis

Talvez a insanidade seja inimiga do bom senso, e companheira/amante da verdade.

Por diversas vezes precisamos estar num momento, digamos, insano...Pra deixar certas verdades aflorarem.
Afinal de contas, o que são verdades?
A minha verdade não pode ser conflituosa com a sua?
Sendo assim temos duas verdades.
Verdades individuais.
Por conseguinte, não tão verdades assim.

O fato é que o mundo tá ficando cheio de verdades, e cada um resolveu criar a sua pra continuar a viver.
E qual será a minha?


Mais um vídeozinho tosco meu :)

sexta-feira, 11 de março de 2011

I was thinking about me,

...Thinking bout you, thinking bout us."


Numa aula de cálculo, mais uma vez tive alguns devaneios.
Assim como no ano passado, tive devaneios com Geometria Analítica e retas, me deixei levar pelas Funções.
E quer saber de uma coisa?
Aplique o módulo na sua vida!
Dessa forma, tudo que for negativo, de alguma forma se transformará em positivo.
E isso, é uma regra!


:)

terça-feira, 8 de março de 2011

Solutions

Sendo que, inúmeras vezes, o nosso tempo nunca é igual ao tempo de Deus.


Eu quero, pra tudo, soluções rápidas.
Mas eu sei, que eu só terei as soluções que eu preciso (não as que eu quero), quando for a hora.

Droga.

sábado, 5 de março de 2011

Choices, Changes...

E hoje o meu dia foi só sorrisos.

Sem preocupações, premonições.
Que as coisas aconteçam, da forma que bem mereçam ser.
E eu vou aceitar, e vou viver.

"Deixe estar, que o que for pra ser...Vigora."

E outra noite que se vai...

Se foges, ou se realmente estás a ir embora...

Eu não sei.
Confesso que gostaria de saber, pra começar a pensar na minha vida sendo "minha".
Assim, deselegante e egocêntrica.

A quem estou tentando enganar?
Minha cabeça anda mais ocupada do que o atendimento telefônico da caixa econômica E ainda assim, eu consigo encontrar tempo para pensar no plural... Na possibilidade, na saudade.
Que eu finjo que já nem sinto mais, pra ver se melhora.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Sexta-Feira

"Será preciso abraçar o novo com fé (...)"

Diz o horóscopo.
Mas, e se não me deixarem?
E se o velho permanecer aqui, batendo na porta, magoando e continuando com aquela mesma cara, bêbada?
Normalmente eu venho até aqui, desabafo os problemas do meu trabalho.
Desabafo os meus desencontros no amor. Até mesmo os encontros.
Desabafo a minha indignação perante o mundo.
E esqueço de desabafar aquilo que me acompanha todos os dias, e que eu tomei pra mim, como problema meu que não pode ser mudado... Minha família.
Me acomodei com algumas situações, e achei que tudo deveria permanecer como está. Porém se eu e o resto do mundo é tão mutável assim, por que razão tudo aqui deve permanecer tudo tão igual? Como se houvesse um determinismo sanguínio, atemporal.
Se eu posso mudar...Afinal todos dizem que o tempo faz a gente mudar, em alguns casos evoluir, melhorar...Ah, eles também podem fazer tudo isso. Falta só aquela coisinha pequenina, que não falta só aqui em casa, a força de vontade. Ela é a chave da fechadura da porta evolutiva, é Ela!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Quarta/Quinta

Continuando na montanha-russa...Só que em oscilações em alta.

Passar no vestibular e no psicotécnico.
Bom, é o começo da mudança, das conquistas.
Começo da felicidade que eu estou indo buscar sem maiores desistências.
Trabalho em ruína, faz parte.
Reconhecimentos virão com o tempo, no momento e lugar certo.
Um folha sequer cai de uma árvore, se não for o certo a acontecer.
O que quer que nos aconteça, em qualquer altura da vida, é devido e perfeito para o momento que você está passando. Nada é impossível, nenhum sofrimento ou bênção é maior do que você pode carregar.
Eu bem sei disso.

Uma boa noite.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Terça - Feira

Improvável, no mínimo.

Eu nunca andei em uma montanha russa tão rápida e íngreme como a de hoje.
De útil e competente, tive a impressão de ser vista como descartável, substituível e incompetente.
Mais uma vez, a mentalidade dos outros foi capaz de me afetar, de forma a arruinar minha tarde. Porém não meu dia, nem minha noite.
Confesso que sempre acreditei muito em mim, em em boa parte de tudo o que faço.
Por diversas vezes errei...Com aquela imensa vontade de acertar.
Mas de repente me ver como uma pessoa superficial que não se dedica à algo....Pelo menos aos olhos dos outros...Me fez doente.Me fez chateada.
É muito claro em minha mente, de que eu não preciso provar para ninguém além de mim mesma a minha capacidade Moral e Intelectual de enfrentar as situações e adversidades propostas no meu cotidiano coletivo e individual, porém quando você percebe na real a divergência que existe entre a sua visão de si prórpio...e a visão do outro...
Dói.
Mas passa muito mais rápido do que qualquer outro tipo de dor.
Cortes de faca de cozinha doem mais. Dor de amor dói mais. Picada de mosquito dói mais.
De verdade? Eu já não dou a mínima pro que os "outros" pensam.
Eu nunca segui modelos, padrões, estereótipos.
E sendo diferente assim, me encontrei... E também fui encontrada.
E continuarei sendo "achada", por poucos...Por aqueles, por aquelas pessoas que souberem me encontrar.

-Hoje a noite tá boa pra um violão.
Tô com uma dor de garganta chatinha, mas tô pensando nele...Acho que vou gravar umas músicas.
Boa noite.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Segunda - Feira

Depois de uma sexta Retardada, um sábado Nostálgico e um Domingo insuportável...

Veio a segunda.
Foi como se eu não me sentisse dentro de mim mesma.
E eu alí, de fora me olhando, não podia sequer me "Avisar".
Eu gostaria de voltar, descobrir meus erros, e fazer tudo diferente se pudesse.
Mas a verdade é que precisamos errar para aprender.
Corrigir tudo, num futuro próximo.
Muito próximo, espero eu.

Trabalho, estudos, vida, amor (vida).
Eu quero ter tudo isso um dia.
De verdade.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Sábado

"Todo sábado é assim, eu me lembro de nós dois".


HOJE.
Eu acordei fraca.
AGORA.
Me peguei determinada.
Eu quero o tudo, e esse tudo não é o muito pra mim.
Se for muito, só muito pouco.

Um dia de cada vez, vou conquistar tudo aquilo que me faz bem.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Eu

Já não quero mais gostar de quem gosta de mim.

Nem de quem não gosta.
Eu quero é gostar de mim mesma. Sem outras respostas.

É tão fácil dizer: "Viva o hoje!", quando você é um mero espectador.
Você fala, mas você vive?
Somos todos hipócritas, criminosos e donos da nossa própria sentença.
Somos todos atores. Fingimos não estar atuando, porém todos sabemos que a presente vida não passa de um palco, e a seguinte oportunidade é só mais um ato.
Difícil mesmo é distinguir os mocinhos e os bandidos.
Difícil é não ser ora um, ora outro.
Difícil é não ser um coadjuvante, num palco que é só seu.

Abaixem a cortina, prevaleçamos à meia luz.
Bandolins, toquem.
A "fada do meu botequim" está mais bêbada do que deveria. Ela já não valsa como uma criança que entra na roda. Ela tem um caminhar de bêbado, que tirou um cochilo como se fosse sábado e morreu atrapalhando "TUDO".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Viva o hoje,

O amanhã é incerto demais.

Não se apegue ao amanhã.
Se apegue ao momento presente, desejando um amanhã e se contentando com o ontem.
Mas não fique parado.
Não engula as meias verdades que o hoje te impõe.
Pelo menos, ao se contentar com o ontem, se contente também e conviva com o fato de ter tentado, se é que tentou, e como conseguiu realizar o fatídico "ontem".
Não se apegue também demais ao passado, senão esqueces de viver o presente do qual comecei a falar.
Na construção do agora, e do depois, o ontem foi fundamental. Mas já passou, e não se chamaria ontem se não fosse passado.
Se queres um futuro, deseja-o. Mas não viva em função disso.
Saiba que teu presente, é seu melhor momento vivido.
Será passado um dia, assim como o futuro que há de vir.

Assoprei as nuvens que incomodavam o dia de sol que eu queria ter.
Num mar de incertezas certas encontrei mais uma, também certa.
Encontrei amor. Te encontrei.
Assim como a vida, incerto.
Assim como viver, certo.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Relembrando

"Ele é assim.
Ama, adora, sonha, sorrisos, palavras e olhares. Ah, os olhares.
Olhares fugazes, olhares de segundos infinitos de alguma garota incrívelmente idealizada de um ônibus qualquer.
Palavras fugazes. Palavras escritas em vinte minutos que após enviadas podem durar eternidades, ou duraram menos do que o tempo que levaram para serem escritas, ou lidas.
Me sinto uma velhinha às vezes. Buscando estabilidade e conforto emocional ao lado, ao ombro dele.
Me esqueço que ele é feito dum material similar ao de um gás volátil qualquer. Pode sumir no ar.
Ele é todo assim. Uma vida inteira de paixões avassaladoras e instabilidade estável é muito pouco.
A vontade de mudar, talvez seja muito fraca perante sua natureza, seu determinismo social."

-Maristella 18/04/2010.

Ele se chama sonho. E da mesma forma que vem, vai embora.
:)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Loucuras

"Quando tudo acabar, o louco sou eu."


De maneira estranha, me sinto precisando de ajuda.
De conselhos, de talvez ouvir o que eu queira ouvir.
Eu gostaria de um remédio, que possa tirar de mim, todas as minhas insanidades.
me sinto louca, insana, com medos e anseios exagerados. Desnecessários.
E no fim das contas, não é o mundo ao redor que me provoca isso. Sou só eu mesma.
Meus vícios antigos, datados de uma era que eu desconheço. Mas no fundo me lembro.
É preciso correção.
Vou lutar, vou aprender.
Contra a angústia irreal, contra a autodestrução impossível, contra o desamor próprio.

Foi agora que eu aprendi o "Ame-te a ti mesmo", não será agora que vou "desaprender".

Boa noite :)

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Um ano Depois...

Um ano passa muito rápido, mas é muito tempo.

Tempo rápido e rasteiro, digno de muitas mudanças.
Digno de descobertas.
Hoje eu me pergunto quais eram as minhas metas a um ano atrás...E se elas foram alcançadas.
Não alcancei nenhuma delas não, Hoje graças à Deus.
Talvez só a meta de continuar viva...
É que a pessoa pela qual eu vivo mudou.
Se antes eu vivia por alguém, hoje eu só vivo pra mim. E vejo como eu estaria perdida se tivesse insistido na loucura que é não me amar.
O mundo deu voltas e eu aprendi que ele nunca vai parar.
E é melhor que continue assim.
Melhor não criar metas levianas dessa vez... Prefiro não me surpreender ano que vem, muito menos "errar antes de acertar".

Enquanto você continua aí, Platônicos , sonhando.
Eu vivo.
Sonhando.

domingo, 2 de janeiro de 2011

A poesia e Eu

É tudo uma questão de tempo até que determinemos quem é realmente indispensável na nossa vida.

Uma questão de tempo, uma questão de momento.

A confiança pode ser definida como ato ou efeito de confiar.
Eu prefiro definí-la como ato ou efeito de ser cúmplice, de sentir firmeza nas palavras e carinho nos olhos. De não ter medo de opinar, de falar e declarar o que sente em momento qualquer que seja...Afinal de contas, haverá compreensão e em muitos casos, reciprocidade.
Confiar em alguém, atualmente, tem sido cada vez mais difícil. Porém não desisto desta virtude que persisto em perseguir, em testar.
Somos dignos de confiar, embora ninguém nunca possa nos garantir que alguém de fato seja digno de confiança. O que importa é dar início a algo, fazendo a parte que cabe apenas a cada um de nós.
A sorte está lançada!
Digo mais do que sorte, afinal, além de confiar...Hoje posso dizer que o amo.
Trago ao meu lado, junto à mim, e não "comigo" pois seria demasiado possessivo, alguém pra confiar, pra declarar e aconchegar. Digo até pra sonhar, porque não só de cimento e cal vive o homem. Vive também de nuvens e céu.
Pois eu confio, e amo.
Ora amo e confio.