sábado, 24 de setembro de 2011

Desânimo

O estado de espírito no qual me encontro hoje, é digno para que eu estivesse a escrever no "cuspindoborboletas", mas eu insisto em procrastinar por aqui...A fim de provar para mim mesma o quanto o meu humor está próximo do gráfico de uma função seno...Oscilante, porém de comportamento inexplicável perante a matemática, talvez até perante outras disciplinas.
acho interessante...como em dados momentos, a falta de coisas que sinto me afeta de tal forma que eu não consigo controlar, e a coisa mais fácil e menos breve de se fazer é se render ao choro convulso.
Não sinta nessas linhas caro leitor, um apelo. Também não peço para que seja condescendente com a minha situação...Sequer quero explicitar os meus "problemas". Eu só acredito que talvez escrevendo um pouco, eu possa rever meus pensamentos, minhas prioridades...E pensar se esse drama todo me é necessário.

Pronto. Em poucas linhas, a pessoa que começou a escrever este texto se torna diferente da pessoa que aqui termina.
Então eu concluo que nenhum desânimo ou dor meus sejam tão importantes, que mereçam vazão da minha parte para serem sofridos.

4 comentários:

Stramundo disse...

Eu me sinto assim também, as vezes penso que tenho humor feminino (por mais machista que possa parecer) penso que a "brincadeira" hormonal feminina causa oscilações, mas no meu caso o que seria então ?
Estive triste no comçeo do ano, depois algum tmepo feliz e agora de ovlta ao poço...

Mari disse...

Eu acho que é impossível o ser humano apresentar um comportamento padrão a vida inteira. Somos feitos de picos...ora felizes, ora tristes...Talvez exista um sentimento predominante entre os dois.

Stramundo disse...

A mas são extremos desnecessários, tipo hora estou feliz ocm tudo e nada me preocupa, hora tudo que me preocupa e osu o ser mais infeliz da terra...
Devia ser um pouco mais equilibrado

Thábata Sanches disse...

O problema é que seres humanos não são equilibrados, devia-mos ser assim, mas tudo o que ocorreu conosco durante a nossa vida nos influencia a pendermos para um dos lados.