terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sobre as mudanças, e meu peito

A mais pura verdade que eu posso dizer, é que não sei mentir. Nunca soube.
Às vezes tento me esconder atrás de palavras mais duras, meio encenadas numa tentativa muitas vezes frustrada de encobrir a verdade romântica e esperançosa por trás delas.
Outra verdade é que temo. Temo por imaginar que as coisas que julgo boas não devam durar tanto quanto eu gostaria. É demasiado egoísta, eu sei! Mas quem é que não se dá ao luxo de ser assim às vezes, ao sentir aquela coisinha diferente? Aquela alegriazinha irremediável que te faz sorrir sem mais nem menos?
Eu tentei. Ah sim eu tentei fazer diferente dessa vez. E digo mais, digo que estou fazendo!
Não sinto cólicas e ansiedades para remediar situações, não busco definições concretas para o momento atual no qual decidi apenas "viver e deixar viver". Mas não posso conter um certo grau de frustração quando te ouço delimitar tanto sentimento que possa estar guardado. Eu faço que não, mas eu sinto.
Interessante que eu prometi deixar a onda me levar, e a única pessoa que está criando muralhas aqui não sou eu. E pedir para eu relaxar, mais me parece uma autoafirmação daquilo que você mesmo necessita fazer...Re-la-xar.
Eu disse que não escreveria, mas isso eu não posso fazer. Você já virou motivo. Só não se julgue tão importante, ouvi uma vez que ninguém é insubstituível.

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