sábado, 29 de setembro de 2012

E mais uma vez eu me expus ao perigo.
Dessa vez não deu tempo do caminhão passar por cima, de perna voar pra um lado...coração pro outro.
Foi só uma raladinha de joelho, um sustinho de criança que cai do "velotrol".
Eu me iludi, te "creditei", te vi de uma forma fantasiosa e inexistente. Por mera carência te fiz homem enquanto ainda não passou de um menino.
Obrigada pela diversão, pela transparência, pelo tempo que gastei, e pelas pouquíssimas lágrimas de frustração que deixei cair e não te contei...Assim como muitas outras coisas que ficaram por dizer, e assim ficarão.
Porque às vezes, o silêncio é a melhor escolha.
Então escrevo, silenciosa.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sabe mermão, viver é coisa fácil! As coisas que os seres humanos complexos criam no meio do caminho torna tudo tão difícil e complicado.
Se todos os seres sentissem mais, amplificaríamos a sensação de que tudo isso é realmente fácil. Mas como somos minoria, e a maioria massante prefere racionalizar, calcular, temer...Estamos em constante desequilíbrio, e sempre vendo tudo da forma mais difícil do que realmente parece.

"Por favor, mais amor" me parece um nome de remédio agora.