segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pessoas Problemas

Certas pessoas tem uma mania de colocar o outro para baixo pra se sentirem melhores, mais fortes.

São pessoas tristes, inseguras e com um tremendo buraco dentro de si. Tentam preencher esse buraco ao abrirem buracos em outros... Outros que aparentem ser fortes, seguros, felizes.
Justificam seus atos com coitadices, com falta de referências em suas vidas, perdas de entes queridos, amadurecimento precoce (será que realmente amadureceram?). Estão habituados a serem o centro das atenções, e quando não o são... Ferem ingenuamente, falam "verdades" e supostamente não se dão conta das caras e bocas, das "ceninhas" que promovem.
O que decorre disso são afastamentos de pessoas próximas (ou que poderiam se aproximar mais) e um circulo de amizades limitadíssimo e algumas vezes ilusório.

Normalmente esse tipo de gente não afeta pessoas fortes, seguras, felizes... Mas o que fazer quando se convive com alguém assim e ela te atinge justamente no seu momento de fraqueza?
Afastar e reduzir ainda mais seu círculo limitado de amizades ou dar-lhe o controle da situação mostrando o quanto suas atitudes imaturas tem o poder de devastar mesmo que temporáriamente a vida de alguém?

Muitas vezes escrevemos porque não podemos falar. E se escrevemos, é porque de alguma forma isso precisa sair sem igualmente devastar.

sábado, 19 de julho de 2014



A vida é uma grande história de Amor e Autoconhecimento.
Bom é chegar ao Autoconhecimento com Amor,
Melhor ainda é se Autoconhecer e finalmente descobrir que há Amor.




Maristella Cruz.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Ah se você soubesse, tivesse noção da dimensão dos meus sentimentos.
Sentimentos não convencionais. Anormais.
Ainda não-transcedentais. Senão meu hoje seria diferente.
Se eu tivesse, se tivéssemos transcendido...Não teríamos nos despedido. Viveríamos pela eternidade, aquela em que acreditamos porém não sabemos ainda como sobreviver à ação do tempo, da carne, do efêmero.
Estive tão certa e errada ao mesmo tempo. Não pelas decisões que tomei, mas pelas concepções que tenho tido acerca do mundo, de mim e do meu peito. Ainda não consigo diferenciar o que é personalidade e o que é o meu eu em essência. Às vezes acho até que a personificação pegou todo o espaço da "essenciação"...E tenho desperdiçado tempo.
Mas se é aprendizado, talvez não seja desperdício.
E mais uma vez a resposta é o tempo. Em detrimento da paciência. Em detrimento da perfeição.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Pensei que o alívio seria imediato. Que o nó na garganta se transformaria em laço, fácil de se desfazer para engolir.
Tem dias em que acordo com laço, desfaço-o ao longo do meu dia... Quando a noite chega, ele vira nó e não me deixa dormir. Me afoga num choro, num laço que desfiz porque achei ser apertado como nó.
Levo meus dias em meio a erros e acertos, acreditando que os tropeços me farão crescer. Tendo cada vez mais certeza das incertezas dos caminhos da vida, temendo cada vez mais as consequências do livre arbítrio e lamentando por não existir uma cartilha palpável que me mostre a "Irrelatividade" do certo e errado.
Discernir entre eles nunca me pareceu tão difícil quanto hoje. Aceitar de peito aberto as consequências sem medo também não.
Eu vou deixar o tempo dos homens agir na minha alma, pra calma.
Eu vou deixar o tempo das almas agir no meu amor, pra dor.

Se virou nó e deixou de ser um laço...tudo bem!
Mas e se fosse só mais um laço mais apertado, o que foi que eu fiz?!

Que o "tempo ao tempo" nos ajude, e Deus também. Amém.