quinta-feira, 10 de julho de 2014

Pensei que o alívio seria imediato. Que o nó na garganta se transformaria em laço, fácil de se desfazer para engolir.
Tem dias em que acordo com laço, desfaço-o ao longo do meu dia... Quando a noite chega, ele vira nó e não me deixa dormir. Me afoga num choro, num laço que desfiz porque achei ser apertado como nó.
Levo meus dias em meio a erros e acertos, acreditando que os tropeços me farão crescer. Tendo cada vez mais certeza das incertezas dos caminhos da vida, temendo cada vez mais as consequências do livre arbítrio e lamentando por não existir uma cartilha palpável que me mostre a "Irrelatividade" do certo e errado.
Discernir entre eles nunca me pareceu tão difícil quanto hoje. Aceitar de peito aberto as consequências sem medo também não.
Eu vou deixar o tempo dos homens agir na minha alma, pra calma.
Eu vou deixar o tempo das almas agir no meu amor, pra dor.

Se virou nó e deixou de ser um laço...tudo bem!
Mas e se fosse só mais um laço mais apertado, o que foi que eu fiz?!

Que o "tempo ao tempo" nos ajude, e Deus também. Amém.

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