quinta-feira, 15 de dezembro de 2016


Deitada no escuro em minha cama sinto a brisa gelada invadir as frestas da janela e tocar meus pés.
É uma massagem. Ela tem o mesmo frescor do meu hálito de dentes recém escovados.
Me disperso da sensação e corro os olhos pelo quarto. Telas de notebook, celulares acesos em sombras de rostos que sorriem... Tão diferentes e tão parecidos em nossas efemeridades.
Peço em pensamento para que seus sonos sejam bem guardados.
Mais um dia...

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