domingo, 25 de dezembro de 2016

Hoje é manhã de Natal, 09:25h. Noite de sono pesado e sem interrupção, acho que encontrei alguém, mas não me recordo de absolutamente nada, só a impressão da presença me dá essa pista... Minha respiração faz o notebook em meu colo balançar e me sinto febril, mas não há febre.  Era comum eu acordar nessas manhãs com o cheiro de café do meu pai, sua cara de ressaca e um meio-abraço atrapalhado pela circunferência da sua barriga. Hoje quem faz o café sou eu.

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