quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sobre meus dias e sobre sua ausência:
Alguns dias doem menos,
Outros doem mais.
Nos dias em que mais dói as amídalas dilatam,
Nos dias em que menos, eu tenho a sorte de não ter sonhos invadidos por você.
Invadidos, sim.
Porque quem sempre vem atrás é você. E aparece onde eu estiver, algumas vezes com aviso...Outras sem.
E diferente da realidade que eu programo, não há dor. Não existem aquelas situações onde me preparo pra te ver e chorar, constatar o quanto fui "superada", o quanto eu preciso me manter forte feito uma rocha daquelas que eu estudo.
Há só o alívio. Os sorrisos. A sensação de lar.

É uma droga.
E como toda droga, são minutos de felicidade pra horas de tormento.

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